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Coimbra

Jorge Conde quer aumentar 25% o número de alunos e criar 500 camas no Politécnico de Coimbra

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“Queremos aumentar o número de alunos,”  criar até 500 camas em residências para estudantes, incrementar a progressão académica dos professores, intensificar a presença nas empresas e nas autarquias, potenciar os projetos de investigação, reforçar a ação social e melhorar ou construir novas escolas são as principais motivações que Jorge Conde enumerou na apresentação da sua recandidatura à presidência do Instituto Politécnico de Coimbra.

Construir uma nova ESEC, reinstalar a ESTGOH em melhores instalações, alargar o ensino superior a concelhos como Condeixa ou Lousã,  são também ambições do presidente do IPC que falava perante autarcas destes concelhos. Em Coimbra, Jorge Conde diz aguardar a assinatura do acordo com a Câmara “para instalar o Instituto de investigação no iparque”.

Reconhecendo que a ação social “perdeu mais de dois milhões de euros com a pandemia”, o presidente do IPC que agora se recandidata ao cargo disse que pretende criar de 250 a 500 camas em residências e e no futuro espera haver condições para que os quartos deixem de ser individuais, um constrangimento trazido pelas medidas de segurança em que foi necessário contratar unidades hoteleiras da cidade para garantir aos alunos ter quartos em segurança. “Ação social tem cinco unidades” mas “é impossível ter um assistente social por aluno”, disse recordando que pretende reativar os serviços de saúde para os alunos, com o apoio a ESTeSC. Todos os serviços de cafetaria serão geridos pela ação social. 

“Não interessa se o nome é Politécnico ou Universidade” disse Jorge Conde reforçando que “é importante ser diferente” salientando que tem “o foco na melhoria do ensino e na diminuição do insucesso escolar.

Reforçar o corpo não docente de apoio à área laboratorial,  apoiar as associações de estudantes, reforçar a colaboração e o trabalho com as escolas profissionais da Região de Coimbra, criar cursos à medida para as necessidades de formação nas empresas, são também compromissos a que o recandidato se propõe.

Jorge Conde compromete-se a “rentabilizar os recursos financeiros e aumentar as fontes alternativas de rendimento” bem como a criar melhores condições para os trabalhadores com o cumprimento de um computador por pessoa”, conforme o programa que já tem em vigor, assim como criar uma “residência para professores convidados”.

Construir uma nova Escola Superior de Educação (ESEC), com uma biblioteca geral, um auditório e teatro e um  espaços desportivos é uma das promessas do candidato que realcou que apesar das obras programadas para aquela escola, é necessário a construção de uma nova, junto a Bencanta.

Conde recordou ainda que o Politécnico “tem dois projetos na CCDRC para recuperar os laboratórios de hortofruticulas e laticinios da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC). Esta escola terá a cafetaria reformulada e o mesmo prevê para a do ISEC, que pretende colocar sob gestão do IPC para os serviços sociais.

Continua a anunciar a intenção de recuperar a Casa do Bispo na ESAC porque se trata de um edifício histórico. Pretende ainda criar um novo refeitório e nova biblioteca no ISCAC.

Um dos principais focos da intervenção do recandidato foi a reinstalação da Escola Superior de Tecnologias e Gestão de Oliveira do Hospital (ESTOGH) e disse acreditar que já existe uma solução.  O mesmo foi confirmado ao Notícias de Coimbra pelo presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, que sublinhou o apoio às novas instalações da escola, que cresceu 78% nos últimos três anos.

Fortalecer a marca Politécnico de Coimbra em ligação com as escolas, criar um jornal online e vir a criar um projeto de televisão e criar uma rádio online, são pretensões do professor.

O Politécnico de Coimbra cresceu 11% nos últimos quatro anos, referiu mostrando que estará empenhado em reavaliar os cursos que vão ser descontinuados e novos a implementar.

O projeto Agir é outra das apostas nesta candidatura que considerade continuidade, sendo que já “existem doze técnicos a trabalhar  com os Grupos de Ação Local e as autarquias, no Conselho da Região, em alguns casos para “criarem produtos inovadores para os territórios de baixa densidade”.

Não deixou de referir que predende reforçar o “Eco Politécnico” e deu o exemplo das bicicletas do IPC, para as quais “falta a ciclovia de bencanta que deve estar para arrancar”.

Veja a intervenção na íntegra no direto Notícias de Coimbra.

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