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Coimbra

João Cutileiro mostra a sua arte na Expofacic

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A Expofacic assinala os 25 anos com uma área inteiramente dedicada a exposições, incluindo escultura, pintura, mostra de artes e ofícios, exposição de animais exóticos, peixes e plantas aquáticas, e ainda com duas áreas de museu dedicadas à cerveja e ao café. João Cutileiro marca o certame trazendo ao recinto a sua arte pública, mostrando na Expofacic vários cantinhos de Portugal.

A mostra “Pedras na Praça: arte pública de João Cutileiro” vai dar a conhecer algumas das obras de arte pública que o artista realizou nas últimas décadas, trazendo até ao público da Expofacic duas perspetivas de cada criação: a maquete de cada uma das esculturas, que Cutileiro realiza como verdadeiras obras originais, e em contraponto, fotografias de grandes dimensões das obras finais colocadas nos seus espaços públicos.

Estarão assim, na Expofacic, as réplicas de D. Sebastião, que ornamenta a Praça Gil Eanes, em Lagos, o D. Sancho, que desce das muralhas de Torres Novas, o Monumento ao 25 de Abril, que embeleza o parque Eduardo VII, em Lisboa, ou o Pescador, obra emblemática da Póvoa do Varzim.

Cutileiro fez entrar a arte monumental no campo cívico, colocando in situ as suas experiências artísticas que renovam e reescrevam a história de alguns lugares mas também a nossa própria História. Esta exposição foi idealizada para fazer, de forma didática, o percurso de criatividade do artista e de produção da obra de arte: da ideia à maquete, da obra ao local.  Mas pretende igualmente fazer uma dupla homenagem: ao artista enquanto escultor e aos encomendantes que acreditam e promovem a criação contemporânea.

A João Cutileiro juntam-se outros nomes das artes, ligados a Cantanhede e à região. João Catarino trará a sua visão do que o rodeia, em pintura e fotografia, enquanto Susana Pedrosa, artista plástica cantanhedense, que reside em Roterdão, na Holanda, promete surpreender e mostrar a versatilidade das suas criações.

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Numa outra área de exposição estará a mostra de profissões tradicionais, algumas já quase inexistentes, trazidas por Manuel Alves Teresinho.   Estarão expostas ferramentas, máquinas, equipamentos e outros objetos característicos do século passado, desde a bigorna do ferreiro ao arado do lavrador, passando pela máquina de costura da costureira.

E abriremos uma janela para os 25 anos da Expofacic  com a exposição de fotografia que resulta do concurso aberto a todos, profissionais e amadores, que já está a decorrer e cujos melhores trabalhos poderão ser admirados no recinto da Exposição Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede

Nesta edição, em que a componente cultural assume especial relevância – em complemento com o cariz de negócios, de lazer e de gastronomia do certame – haverá ainda para ver duas interessantes exposições ligadas ao ambiente e mundo natural: os animais exóticos prometem surpreender e o mundo das plantas e peixes aquáticos vai transportar os visitantes para os seus ecossistemas naturais.

Razões não faltam, por tudo isto, para uma visita à Expofacic. Mas esta edição dos 25 anos é, deveras, especial e alguns patrocinadores marcam presença de forma também especial. São o caso da Sagres e da Delta, que trazem até ao Parque Expo-Desportivo de São Mateus os seus museus.

O mundo Sagres – e de forma alargada o mundo da cerveja – vem até à Expofacic para contar a sua história e o seu saber fazer, desde que há 6 mil anos vários povos, geograficamente localizados à volta da Mesopotâmia, começaram a trabalhar a fermentação de cereais, nomeadamente a cevada. O Museu Sagres mostra como Portugal é herdeiro desta tradição, deixada pela mão dos romanos, e a evolução desde as primeiras referências à cerveja no país, no Séc.I a.c. até ao séc. XIX, graças ao esforço e dedicação dos nossos cervejeiros.

O Museu Delta Cafés, tendo como base a história do café, da empresa e de Rui Nabeiro, transporta-nos até ao ambiente caraterístico da planta do café e desvenda um pouco do espólio reunido pela família Nabeiro no que respeita à panóplia de objetos e utensílios que por esse mundo fora se usam na produção, torrefação e até embalagem do café.

Com a montagem do recinto já iniciada e a venda de bilhetes a decorrer (com descontos na compra antecipada, até 30 de junho) estão reunidos todos os argumentos para que o 11 dias do certame sejam um sucesso. E para este muito contribuirá o cartaz de espetáculos. Os cabeça de cartaz são James, Alesso e Pablo Alborán, mas, de 23 de julho a 2 de Agosto passam pelo palco principal DAMA, Buraka  Som Sistema, Anselmo Ralph,  Expensive Soul, Pete Tha Zouk, Nilton, Tony Carreira, Mastiksoul, Dengaz, Pablo Alboran,, Mariza, João Gentil, Natiruts, Pedro Casanova, B4 com Rita Pereira, Miguel Araújo, Diego Miranda, Kura e Xutos & Pontapés.

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