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Coimbra

João Ataíde quer preços mais acessíveis na A14 e A17

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O presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde (PS), defendeu hoje a redução de portagens nas autoestradas A14 (de ligação a Coimbra) e A17 (Marinha Grande-Mira), tornando-as mais acessíveis aos utilizadores.

Em declarações durante a reunião do executivo municipal, João Ataíde aludiu a uma conferência onde participou na manhã de hoje, no Porto, sobre a Gestão da Rede Rodoviária Nacional, onde defendeu a revisão dos preços na A14, para os tornar “mais acessíveis”.

“Não se justifica ter o mesmo tarifário para todo o território do país, a utilização das estradas portajadas deve ser equilibrada. [O preço da A14] deve ser revisto, bem como as razões que justificaram as concessões, esta há cerca de 16 anos”, afirmou João Ataíde.

A autoestrada A14, entre a Figueira da Foz e o nó de Coimbra-Norte, na autoestrada A1, cerca de seis quilómetros a norte daquela cidade, tem cerca de 40 quilómetros de extensão e abriu ao trânsito na totalidade em julho de 2002. Inclui um troço sem portagens entre a Figueira da Foz e os arredores de Montemor-o-Velho, com cerca de 12 quilómetros, sem portagens, que integrava o antigo IP3 e foi inaugurado em 1994.

Em 2001, na campanha autárquica de então, quatro candidatos, todos eleitos pelo PSD às autarquias da Figueira da Foz (Duarte Silva, já falecido), Montemor-o-Velho (Luís Leal), Coimbra (Carlos Encarnação) e Cantanhede (Jorge Catarino), chegaram a defender a abolição de portagens na A14, argumentando que a estrada foi pensada como Itinerário Principal e não como autoestrada, concessionada à Brisa, e que o troço de cerca de 28 quilómetros portajados – que hoje custa 2,5 euros – era então dos mais caros do país.

Na mesma intervenção, João Ataíde defendeu “o mesmo”(a redução de preços) em relação ao troço da A17 que atravessa o concelho – a Figueira da Foz tem dois nós na A17, um a sul do rio Mondego, junto às freguesias de Paião e Marinha das Ondas e outro a norte, de ligação à A14, a cerca de cinco quilómetros da cidade.

O autarca socialista alegou, a esse propósito, que a A17 e a sua continuidade – a autoestrada A8 (Leiria-Lisboa) – “concorrem diretamente com a A1 e esta tem 10 vezes mais tráfego”.

“Seria interessante que entrasse em concorrência direta com a A1 [com a redução de portagens]”, argumentou João Ataíde.

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