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Ensino

ITAP Coimbra afirma-se como escola para a vida (com vídeos)

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Com mais de 30 anos de existência, o Instituto Técnico Artístico e Profissional de Coimbra – ITAP tem-se afirmado como uma escola de e para a vida. No final de mais um ano letivo, o Notícias de Coimbra foi conhecer o projeto formativo e saber como se transformam alunos em profissionais reconhecidos. 

Como é estudar no ITAP? A pergunta não deixa dúvidas a João Barros e Ana Carolina, alunos do último ano do curso de animador sociocultural, que dá equivalência ao 12º ano, nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ). “É muito enriquecedor”, respondem sem hesitar. “É um lugar mágico!”, acrescenta João, que pretende prosseguir com os estudos e espera ter “muitas portas abertas”. Ambos tiveram a oportunidade de fazer um estágio internacional, em Barcelona, no âmbito do Programa Erasmus +. “Para mim foi sem dúvida um crescimento pessoal e profissional enorme”, assegura Ana Carolina, que, sabendo que está no último ano, já sente as “saudades a bater”.

O ITAP, com 120 alunos e 30 docentes, pretende ser uma escola de referência na região onde se insere pela “excelência da promoção do sucesso escolar e profissional dos seus alunos, pela promoção dos valores da cidadania e da inclusão, pelo elevado grau de satisfação das famílias, pelas amplas relações externas que estabelece através da celebração de parcerias estratégicas com diversas entidades empresariais e outras organizações do tecido económico, social e cultural, regional, nacional e europeu”, lê-se na carta de missão da instituição.
Em termos de oferta formativa, como alternativa de Ensino Secundário, e além do curso de animador sociocultural, o ITAP tem as opões de Comunicação e Marketing, Técnico Comercial e Multimédia. Este último tem conquistado grande sucesso e os seus alunos ganho diversos prémios nacionais, atribuídos por entidades como a Universidade de Aveiro, a BP, Administração Regional de Saúde do Centro, Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros. O segredo? Está no “compromisso, ambição e muita criatividade”, garante Paulo Calhau, professor do curso.  “Queremos ganhar e olhamos para o lado competitivo, mas há outras dimensões. A nossa prioridade está em responder à formação enquanto cidadãos, formamos jovens para a vida, cidadãos que sejam críticos e que se revejam nesta sociedade de forma crítica”, refere, com orgulho nas duas mãos cheias de prémios que os seus pupilos anualmente arrecadam para o ITAP.
Relativamente aos cursos de educação e formação para a conclusão do 3º ciclo do ensino básico a oferta passa pelos cursos de Mecânico de Automóveis, com a duração de dois anos letivos, de Fotografia, com a duração de um ano letivo, e Cuidador de Crianças e Jovens. Os destinatários destes cursos são alunos a partir dos 15 anos de idade, com aproveitamento no 6º ano de escolaridade (para os cursos com a duração de dois anos) ou com aproveitamento no 8º ano de escolaridade (para os cursos com a duração de um ano), que optem por um ensino mais prático, explica Rita Fernandes, diretora pedagógica do ITAP. Estas opções para a conclusão da escolaridade obrigatória, através de um percurso mais flexível e ajustado ao mercado de trabalho, contam com vários apoios, designadamente através de bolsa de material de estudo e da atribuição de subsídios de alimentação, de transporte e de alojamento. Segundo a responsável, atualmente uma percentagem de 25% dos alunos prossegue os estudos para o ensino superior e os restantes são integrados no mercado de trabalho.

A relação privilegiada que a instituição estabeleceu com as empresas e demais entidades do tecido económico-social e cultural da região é um dos ingredientes para o sucesso dos alunos. Para isso, anualmente dezenas de entidades colaboram com a escola e contribuem para a qualidade da formação dos alunos, quer como entidades de acolhimento  em estágio curricular, quer no desenvolvimento de outras atividades. “Esta ligação com o exterior é primordial. Não só na formação em contexto de trabalho, mas todo o ano através de projetos e intervenções que realizamos sempre em colaboração com parceiros formais e informais”, sustenta Inês Maia Afonso, psicóloga e responsável pelo Gabinete de Apoio ao Aluno do ITAP. “Estamos permanentemente em ligação com o tecido empresarial. Diariamente trazemos as empresas para a escola”, corrobora Paulo Calhau.

Os alunos também confirmam. Têm diversas oportunidades de contacto com “o mundo real” e mesmo na sala de aula o contexto do mercado de trabalho está sempre presente. “Sinto-me preparado para enfrentar o mercado de trabalho, os professores preparam-nos muito bem, dão-nos dicas, método de trabalho, o que devemos e não devemos fazer”, conta Filipe Mendes, aluno do último ano do curso de Multimédia, que já completou o 9º ano no ITAP com o curso de Mecânica.
A escola agarra todas as oportunidades para se abrir à comunidade, até porque ainda tem um estigma a combater, assume Rita Fernandes. “Já não é tão grande como era, até porque os nossos alunos chegam às empresas muito bem preparados e essa mensagem vai passado, mas temos de continuar a dar a conhecer o que fazemos, a mostrar que os nossos cursos são mais um alternativa ao Ensino Secundário e que permitem continuar os estudos e chegar muito bem preparados às universidades”, argumenta, assumindo que muitas vezes a maior resistência é por parte dos pais que “naturalmente querem o melhor para os filhos e aqui encontrarão”.
Paulo Calhau fala de uma “família itapiana” que fica para sempre ligada por valores comuns e que tem uma marca que já é reconhecida no mercado de trabalho.
Veja o direto NDC com Paulo Calhau:

Veja o direto NDC com João Barros e Ana Carolina:

Veja o direto NDC com os alunos Pedro Fonseca e Filipe Mendes:

Veja o direto NDC com Inês Maia Afonso:

 

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