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ISEC vai preparar quadros para liderarem a transição digital das cidades

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Durante a apresentação do mestrado em Cidades Sustentáveis e Inteligentes, o presidente do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra reforçou a importância de inovar na investigação e no ensino da engenharia em conjugação com outras escolas do Politécnico de Coimbra. “O ISEC e o Politécnico terão de lutar, lado a lado, ombro a ombro, para garantirem aos nossos docentes mais projetos complementares”, afirmou Mário Velindro.

O presidente do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra afirmou hoje que o ISEC está a reforçar a sua oferta formativa na área das “smart cities” para “preparar altos quadros de engenharia que concebam, que executem e que liderem a transição digital das cidades”. Mário Velindro disse que o objetivo do ISEC “é tornar-se a escola de referência para as ‘smart cities’”. É capacitar estudantes e profissionais que já estejam a meio da sua vida profissional, “para transformarem as cidades em ambientes mais inteligentes, mais agradáveis, mais confortáveis, mais estimulantes e mais sustentáveis para os cidadãos que as habitam”.

As afirmações foram feitas durante a apresentação do mestrado em Cidades Sustáveis e Inteligentes – uma oferta formativa inédita em Portugal –, que decorreu esta tarde, no auditório do ISEC. Para além de Mário Velindro, intervieram Maria Manuel Leitão Marques, presidente do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Coimbra – IPC e eurodeputada do PS, Jorge Conde, presidente do IPC, e docentes do ISEC, alguns dos quais membros da comissão coordenadora do mestrado.

“Este é um curso que junta quatro departamentos do ISEC: Engenharia Civil, Engenharia Informática e de Sistemas, Engenharia Mecânica e Engenharia Eletrotécnica”, afirmou Mário Velindro. “Esta multidisciplinaridade, não só confere a este mestrado uma visão global sobre as ‘smart cities’, como também é uma excelente metáfora sobre a forma como o próprio IPC pode e deve funcionar: como um exemplo vivo de que o conhecimento não pode ser enfrentado apenas com um tipo saber, mas antes com a conjugação de diferentes saberes e de muitos contributos de ciências diversas que se juntam, e se articulam, para resolverem problemas comuns da economia e da sociedade”.

Segundo o presidente do ISEC, as escolas e os institutos do Politécnico de Coimbra têm de se articular e interagir, complementando-se: “Se há uma missão que eu e os meus colegas da presidência consideramos essencial desenvolver é a promoção da inovação, a promoção da ciência e da permanente atualização do ensino e da investigação na engenharia em conjugação com outras escolas”, afirmou Mário Velindro.

“No ISEC estamos a trilhar os caminhos que são os desígnios defendidos pela presidência do IPC recentemente reeleita: promover a transversalidade das ofertas formativas, produzir mais e melhor ciência e reforçar a ligação à sociedade e às empresas”, afirmou. “Este engrandecimento só é possível se existir uma grande motivação para o trabalho dos nossos docentes e investigadores. É para essa motivação dos docentes, e para a criação de mais e melhores condições para o seu trabalho, que todos temos de trabalhar!”.

Para Mário Velindro um desses trabalhos é a criação de mais e de melhores condições para os professores se envolverem “ainda mais” em projetos complementares. “O ISEC e o IPC terão de lutar, lado a lado, ombro a ombro, para garantirem aos nossos docentes mais projetos complementares”, afirmou. “Complementaridade, transversalidade e articulação com outras escolas do IPC: é esta nossa mensagem para dentro e para fora do ISEC!”.

Este mestrado inédito em Cidades Sustentáveis e Inteligentes irá arrancar em outubro e irá capacitar os estudantes para o desenvolvimento de soluções inteligentes e sustentáveis nas áreas da mobilidade, energia, abastecimento de água e gestão de resíduos.

“O nosso objetivo é formar quadros com uma visão global das várias dimensões que compõem uma ‘smart city’, desde a construção, gestão e planeamento urbano sustentável, até à criação de sistemas inteligentes de agregação e de tratamento de dados”, afirmou Mário Velindro. “Neste curso irá ser desenvolvida a componente sustentável do planeamento urbano, da gestão das suas infraestruturas, da construção de edifícios. E será também desenvolvida a parte tecnológica, isto é: tudo aquilo que torna as cidades efetivamente inteligentes, como é o caso dos sistemas inteligentes de apoio à decisão, do ‘big data’ ou da “internet das coisas’”.

Esta formação vem reforçar e complementar a oferta formativa do ISEC na área da sustentabilidade urbana. No ano letivo de 2018/2019 foi lançada a licenciatura em Gestão Sustentável das Cidades – também pioneira em Portugal – que, em 2020/2021, pelo terceiro ano consecutivo, voltou a esgotar todas as vagas na primeira ronda de ingressos no ensino superior.

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