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ISEC convidado para fazer conferência em Havana sobre “smart cities”

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Mercedes Martinez Valdés, embaixadora de Cuba em Portugal, deslocou-se a Coimbra para visitar o Instituto Superior de Engenharia de Coimbra e os seus laboratórios. Convidou a participar em 2022 num congresso internacional de educação superior com uma conferência sobre cidades inteligentes, desenvolvimento sustentável, inovação e inclusão social.

O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra – ISEC irá apresentar em fevereiro em Havana, num congresso internacional sobre o papel das universidades na construção de um futuro sustentável, uma conferência sobre “smart cities” e gestão sustentável das cidades. O ISEC é a escola portuguesa de referência das cidades inteligentes, tendo sido a primeira instituição de ensino superior no país a lançar uma licenciatura em “Gestão Sustentável das Cidades” e, mais recentemente, um mestrado em “Cidades Sustentáveis e Inteligentes”. 

A embaixadora de Cuba em Portugal, Mercedes Martinez Valdés, visitou hoje o ISEC e convidou o seu presidente, Mário Velindro, a participar na 13ª edição do congresso internacional da educação superior “Universidade e Inovação por um Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo”, que ocorrerá no Palácio de Convenções de Havana, em Cuba, de 7 a 11 de fevereiro de 2022. A diplomata visitou os laboratórios do instituto e falou com docentes e investigadores sobre os projetos em curso.

“A visita da embaixadora revela as relações alargadas que o ISEC tem conseguido estabelecer nos últimos anos com várias instituições nacionais e internacionais, como é o caso da Universidade de Havana, com a qual temos mantido uma relação próxima”, afirmou Mário Velindro, presidente do ISEC. “Sendo o ISEC a segunda instituição a nível nacional que tem uma parceria com a Universidade de Havana, tal como a Universidade de Coimbra, é para nós uma grande responsabilidade ira falar sobre a construção das cidades inteligentes perante académicos e investigadores de todo o mundo”.

O ISEC tem-se distinguido internacionalmente por capacitar estudantes e, também, profissionais que já estejam têm carreiras bem sucedidas, para transformarem as cidades em ambientes mais inteligentes, mais agradáveis, mais confortáveis, mais estimulantes e mais sustentáveis para os cidadãos que as habitam.

“A nossa proposta de abordagem às cidades inteligentes – e que corresponde ao modelo da nossa oferta formativa – junta quatro ramos da engenharia: Engenharia Civil, Engenharia Informática e de Sistemas, Engenharia Mecânica e Engenharia Eletrotécnica”, afirma Mário Velindro. “Esta multidisciplinaridade, não só possibilita uma visão global sobre as “smart cities”, como também é uma excelente metáfora sobre a forma como as próprias cidades pode e devem funcionar: como um exemplo vivo de que o conhecimento não pode ser enfrentado apenas com um tipo saber, mas antes com a conjugação de diferentes saberes e de muitos contributos de ciências diversas que se juntam, e se articulam, para resolverem problemas comuns da vida urbana, da sociedade, da economia, da cultura, do lazer e do desporto”.

A edição do próximo ano do congresso internacional “Universidade e Inovação por um Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo” tem como objetivo analisar e debater o futuro do ensino superior e a forma como universidades e escolas politécnicas podem contribuir para um desenvolvimento sustentável, à inovação e à inclusão. Nos cinco dias de evento decorrerão várias atividades focadas em temas como a internacionalização do ensino superior ou o compromisso da educação na transformação social. Contará ainda com a realização de um fórum de ministros e autoridades de ensino superior e uma discussão alargada sobre a Conferência Mundial da UNESCO.

“Em Havana vamos partilhar o nosso modelo de formação de quadros com uma visão global para várias dimensões que compõem uma “smart city”, desde a construção, gestão e planeamento urbano sustentável, até à criação de sistemas inteligentes de agregação e de tratamento de dados”, afirma Mário Velindro. “Para nós é muito importante a componente sustentável do planeamento urbano, da gestão das suas infraestruturas, da construção de edifícios. E será também desenvolvida a parte tecnológica, isto é: tudo aquilo que torna as cidades efetivamente inteligentes, como é o caso dos sistemas inteligentes de apoio à decisão, do ‘big data’ ou da “internet das coisas’”.

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