O Irão decretou hoje um período de luto de 40 dias, bem como sete dias feriados, após a morte, aos 86 anos, do líder supremo da República Islâmica, Ali Khamenei, no poder desde 1989.
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“Com o martírio do líder supremo, o seu caminho e a sua missão não serão perdidos nem esquecidos; pelo contrário, serão prosseguidos com mais vigor e zelo”, declarou um apresentador da televisão estatal.
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Os Guardas da Revolução iranianos, tropa especial do aiatola, prometeram uma “punição severa” aos “assassinos” do líder supremo, cuja morte foi confirmada anteriormente pela televisão estatal.
Num comunicado, os Guardas condenaram “os atos criminosos e terroristas cometidos pelos governos maléficos dos Estados Unidos e do regime sionista”, acrescentando: “a mão vingativa da nação iraniana não os deixará em paz até infligir aos assassinos do imã da Oumma um castigo severo e decisivo do qual eles arrependerão”.
Entretanto, uma nova série de fortes detonações foi ouvida hoje em Teerão, por volta das 05:30 locais (02:00 TMG), depois de explosões anteriores terem atingido os bairros a leste da capital iraniana.
Um apresentador da televisão estatal iraniana anunciou hoje, às 05:00 locais (01:30 TMG), em lágrimas, a morte do aiatola Ali Khamenei, líder supremo da República Islâmica do Irão, que estava no poder há 36 anos.
A televisão iraniana não especificou em que circunstância Ali Khamenei faleceu aos 86 anos, nem mencionou os ataques israelitas e americanos de sábado contra a sua residência em Teerão. Fotos e imagens de arquivo são transmitidas com uma faixa preta no ecrã em sinal de luto.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha já anunciado a morte do líder supremo iraniano, dizendo que oferece à população iraniana a hipótese de recuperar o país. “Esta é a maior oportunidade para o povo iraniano recuperar o seu país”, disse.
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