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Coimbra

IPO de Coimbra recebe 11 novos especialistas

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O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra vai receber 11 vagas para médicos especialistas, foi hoje anunciado.

Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, o IPO de Coimbra diz que as especialidades de Cirurgia Geral, Cirurgia Maxilofacial, Cirurgia Torácica, Imuno-hemoterapia, Patologia Clínica, Psiquiatria e Radiologia recebem cada uma um médico, enquanto Anestesiologia e Cardiologia recebem dois cada.

Já hoje, tinha sido anunciado que o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, o segundo hospital com o maior número de vagas para novos médicos atribuídas de acordo com os despachos de quinta-feira, vai ser reforçado em 29 especialidades médicas e cirúrgicas.

Uma nota de imprensa enviada à agência Lusa pelo Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) realça que das 47 vagas atribuídas, seis destinam-se à Medicina Interna.

A mesma nota destaca que Pediatria e Nefrologia receberão três médicos cada, enquanto as especialidades de Radiologia, Ortopedia, Oncologia Médica, Neurologia, Ginecologia/Obstetrícia, Gastrenterologia, Cirurgia Geral, Cardiologia e Anestesiologia recebem dois médicos cada.

As restantes 17 vagas são atribuídas às especialidades de Cardiologia Pediátrica, Cirurgia Plástica e Reconstrutiva, Dermatologia, Estomatologia, Genética Médica, Hematologia Clínica, Imuno-hemoterapia, Medicina do Trabalho, Medicina Nuclear, Neurocirurgia, Neurorradiologia, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Psiquiatria, Psiquiatria da Infância e Adolescência e Urologia.

A região Centro recebe, de um total de 264 novos médicos, 200 para a área hospitalar, 62 em Medicina Geral e Familiar e dois na área da Saúde Pública, anunciou na quinta-feira a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

Numa nota de imprensa enviada à Lusa, a ARSC informou que “com a contratação destes novos profissionais, conjugada com a atribuição de incentivos à fixação em zonas carenciadas, será reforçada, de forma substancial, a resposta ao nível dos cuidados hospitalares e cuidados de saúde primários na região Centro.

A distribuição de vagas teve “como base um conjunto de critérios que consideram as necessidades de cada instituição do SNS [Serviço Nacional de Saúde], com especial enfoque, a nível da região Centro, nas unidades de saúde do Interior”, explicou na quinta-feira a ARSC.

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