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Investigadores criam “árvore da vida” como ferramenta online

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Uma página de Internet hoje divulgada propõe-se mostrar a “árvore da vida”, em que os visitantes que acedam a www.onezoom.org podem explorar de forma interativa as ligações entre 2,2 milhões de espécies.

Com a possibilidade de ampliar cada uma das espécies sem sair da mesma página, há mais de 85 mil imagens para descobrir e dados sobre o risco de extinção.

O projeto foi criado por investigadores do Imperial College e da Universidade de Oxford, no Reino Unido ao longo de dez anos e foi divulgado hoje num artigo publicado na revista científica Methods in Ecology and Evolution.

“Através de novos algoritmos de visualização e processamento de dados, combinados com dados em massa recolhidos de várias fontes, criámos algo belo, que permite às pessoas ver os seus seres vivos favoritos, sejam toupeiras ou sequoias, e ver como a história da evolução as une para criar uma gigantesca árvore da vida na Terra”, afirmou Yao Wong, da Universidade de Oxford.

Nas folhas da árvore que representam cada espécie, há cores diferentes, dependendo do seu risco de extinção: as espécies seguras surgem a verde, as ameaçadas a vermelho e as recentemente extintas a negro.

A maior parte das folhas é cinzenta porque a espécie ainda não foi avaliada ou não há dados suficientes sobre o seu risco de extinção.

Os visitantes podem também aferir a popularidade de cada espécie, baseada na quantidade de vezes que são consultadas as suas páginas na enciclopédia ‘online’ Wikipédia.

No reino animal, a espécie humana surge no topo, mas com concorrência do lobo, de onde derivam todas as variedades de cães domésticos.

Quanto ao reino vegetal, a canábis é a campeã de popularidade, seguida da couve, da batata e do coco.

A base informática na qual assenta a OneZoom pode ser descarregada pela internet e usada por organizações que se dedicam à educação, tal como museus ou jardins zoológicos.

Os criadores da árvore também abriram a possibilidade de haver espécies “adotadas” e folhas patrocinadas em troca de donativos para financiar um projeto de educação para a biodiversidade.

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