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Iniciativa “Palco ao Contrário” leva artistas da terra às freguesias da Mealhada

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O “Palco ao Contrário” vai às freguesias. Nos meses de junho e julho, este programa cultural, que durante os tempos mais restritivos da pandemia foi realizado online a partir do Cineteatro Messias com artistas locais, vai agora ser apresentado ao vivo, em coretos, palcos e praças de dez localidades, em dez espetáculos com a participação de dez artistas/bandas do concelho.

O Palco ao Contrário nas freguesias começa a 18 de junho e termina a 17 de julho. São dez concertos do mais diverso tipo de música, do fado ao pop/rock, com uma caraterística comum: todos os artistas são residentes no concelho da Mealhada. 

O primeiro concerto acontecerá no Luso (Alameda do Casino), com a banda Spice Jam, dia 18 de junho, seguindo-se, no dia 19, Andy Scotch, na Vacariça (jardim ao lado da Junta de Freguesia). Nos dias 25 e 26 de junho, sobem ao palco Electrik Band, na Pampilhosa (Covas da Baganha), e CB Correia, em Arinhos (Ventosa do Bairro).

Julho inicia com a atuação de Francisco Saldanha, dia 2, em Antes (Largo da Capela), e Sede Bandida, dia 3, no Carqueijo (Parque Roda Moinas). Seguem-se Pama, a 9 de julho, na Mealhada (Jardim Municipal), e Edna Costa, dia 11 de julho, no Luso (Alameda do Casino). Miguel Silva atuará, a 16 de julho, em Barcouço (coreto), e TILT termina o programa, a 17 de julho, em Casal Comba (Largo do Coreto).

Todos os espetáculos são gratuitos e cumprirão as orientações da Direção-Geral da Saúde.

“Esta é uma forma que encontrámos para descentralizar a oferta cultural e, em simultâneo, para apoiar os artistas residentes no concelho da Mealhada, que pertencem a uma das classes mais penalizadas pela pandemia”, refere Rui Marqueiro, presidente da Câmara da Mealhada.

“Os artistas do nosso concelho – todos os artistas! – merecem-nos a maior consideração e respeito. São, a par de tantos outros profissionais, um orgulho do e para o nosso município. Nos momentos difíceis, como aquele que atravessamos, a Câmara deve dar-lhes a mão e ajudar, na medida das suas possibilidades. O que estamos a fazer não é dar subsídios. É dar-lhes trabalho e pagar-lhes esse trabalho. É fazê-los sentirem-se úteis, estando eles a ser efetivamente úteis”, explica Rui Marqueiro.

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