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Política

Iniciativa Liberal diz que “faria mais sentido” o Tribunal Constitucional estar em Coimbra (com vídeos)

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Orlando Monteiro da Silva, candidato pela Iniciativa Liberal (IL) no círculo eleitoral de Coimbra às Eleições Legislativas disse em entrevista ao NDC que “faria mais sentido que o Tribunal Constitucional, o Supremo Tribunal Administrativo e a Entidade das Contas e Financiamento dos Partidos  viessem para Coimbra”, defendendo o fim da “macrocefalia” que concentra “tudo em Lisboa”. 

“Faria muito mais sentido esses órgãos do Estado estarem em Coimbra quer pela tradição universitária e do Direito que existe”, afirmou o independente, natural do Porto, que espera que a decisão seja revertida. “Os eleitores de Coimbra e não apenas de Coimbra não entendem porque é que tem de girar tudo à volta de Lisboa, esta macrocefalia, este modelo terceiro mundista de desenvolvimento”, sublinhou.

Definindo-se como “europeísta liberal na área económica, na forma de estar na vida mas com a responsabilidade e com a cultura de deveres e direitos que existia na antiga Republica Federal da Alemanha” para onde foi viver aos 18 anos, altura em que os pais ensinavam português aos filhos de emigrantes, Orlando Monteiro da Silva sustenta que “Coimbra  é uma parte fundamental do país e que Portugal precisa muito de Coimbra”.

No que respeita ao programa da IL para Coimbra, o presidente da Associação Nacional dos Profissionais Liberais, ex-bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas e ex-presidente do Conselho Nacional das Ordens Profissionais, argumenta que “acompanha” o projeto do partido a nível nacional, e que se centra no “combate ao empobrecimento, ao ter ficado para trás em termos de desenvolvimento e ao não dar oportunidades aos mais jovens”.

Propondo-se a “ajudar a que as pessoas sintam que têm uma voz autónoma, que não há paternalismo da parte do Estado”, o candidato quer “empoderar as pessoas, as comunidades para que se tornem mais capazes e que encontrem um ambiente fiscal, económico, social capaz de que o potencial de cada uma das pessoas se possa realizar”.

Apontando que Marta Temido, atual Ministra da Saúde e cabeça de lista do PS por Coimbra, se “empenhou brutalmente” na defesa da Lei de Bases da Saúde que depois veio a “impedir que o setor privado e o público lutassem juntos contra a pandemia”, o candidato defende medidas como o cheque saúde para ajudar a “resolver problemas que foram entretanto criados”, como as listas de espera de doentes não covid, e “dar às pessoas a possibilidade de escolha”.

 

Veja a entrevista NDC em direto com Orlando da Silva Monteiro: 

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