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Política

Hotelaria e Restauração saúdam eliminação das restrições mas pedem apoios para empresas

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) saudou hoje o levantamento de algumas restrições face à covid-19, mas vincou que o “regresso à normalidade” deve incluir apoios para as empresas que estiveram encerradas.

“O regresso à normalidade, eliminando-se as restrições existentes ao funcionamento e a reabertura das atividades que ainda estão encerradas por imposição legal (animação noturna) é sempre uma boa notícia. Abrir, funcionar e trabalhar em pleno sempre foi o nosso principal objetivo. Perante o sucesso que tem sido a vacinação no nosso país, não havia qualquer justificação para não se avançar para a terceira fase de desconfinamento”, lê-se no boletim diário da AHRESP.

Os espaços de diversão noturna, encerrados desde março de 2020 devido à pandemia de covid-19, podem reabrir a partir de 01 de outubro, para clientes com certificado digital ou teste negativo, anunciou hoje o primeiro-ministro.

Já nos restaurantes e hotéis vai deixar de ser necessário apresentar certificado de vacinação ou teste negativo à covid-19, de acordo com as novas regras aprovadas hoje pelo Conselho de Ministros.

A partir de 01 de outubro, os estabelecimentos comerciais, restaurantes, cafés e afins deixam também de ter limite máximo de clientes ou pessoas por grupo.

As medidas foram anunciadas hoje pelo primeiro-ministro, António Costa, no final do Conselho de Ministros em que foi decidido que Portugal deixa a partir do dia 01 de outubro de estar em estado de contingência passando para situação de alerta e entra na terceira e última fase do plano de desconfinamento aprovado em 29 de julho.

No documento hoje divulgado, a AHRESP reiterou que o regresso à normalidade deve incluir apoios para as empresas que estiveram encerradas e para as que registaram “perdas drásticas” desde o início da pandemia de covid-19.

Para a associação, o Governo “não pode descurar a importância de continuar a apoiar as empresas”, face às quebras registadas ao longo de mais de um ano e meio.

“A crise ainda não acabou para as empresas de alojamento turístico, restauração e similares e é por isso fundamental que se mantenham apoios e se incentive o consumo nestes estabelecimentos”, acrescentou.

Na base da decisão para avançar está o facto de a ‘task-force’ estimar que na próxima fase o país atinge 85% da população com vacinação completa contra a covid-19.

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