Flores alinham-se à porta da Petisqueira Âncora, na Ericeira, num tributo silencioso mas profundamente comovente a Diogo Marques. O restaurante está de portas fechadas.
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Uma homenagem simples, mas carregada de emoção, a um jovem que fazia daquele espaço mais do que um local de trabalho: uma segunda casa.
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A tragédia aconteceu na manhã de sábado, 28 de março, quando Diogo Marques, de 29 anos, e Emanuel Nogueira, de 31, morreram após um violento atropelamento na EN247, junto ao antigo terminal rodoviário da Ericeira.
Um instante devastador que abalou profundamente a Lousã, terra natal de ambos, e deixou a comunidade em choque.
Segundo relatos familiares, os dois seguiam no passeio quando foram colhidos por um veículo. “Foi tudo num segundo… uma dor impossível de explicar”, descreveu um familiar, ainda incrédulo perante o sucedido.
Diogo era conhecido pela sua alegria, dedicação e espírito trabalhador. Tinha encontrado na Ericeira um projeto de vida que o fazia feliz — um sonho interrompido de forma cruel. No restaurante, era mais do que um colaborador: era parte da família.
Também Emanuel, igualmente ligado à restauração na região, deixa um vazio imenso entre todos os que o conheciam.
Apesar das tentativas de reanimação no local, nada foi suficiente para evitar o pior. Duas vidas perdidas, duas famílias destruídas, uma comunidade inteira mergulhada numa dor difícil de descrever.
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