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Há menos turistas em Coimbra! Preço por quarto ronda os 62 euros

Notícias de Coimbra | 6 anos atrás em 19-07-2018

De acordo com o AHP Tourism Monitors, ferramenta exclusiva de recolha de dados da Hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, as unidades hoteleiras de Coimbra apresentaram, no mês de maio de 2018, uma taxa de ocupação quarto de 78%, o que representa uma quebra homóloga de 2,4.

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O preço médio por quarto ocupado em Coimbra é de 62 euros e regista-se uma quebra de 3% no RevPAR (receita por quarto disponível).

No mês de maio de 2018, no destino turístico Beiras o preço por quarto fixou-se nos 60 euros e o RevPAR cresceu 13% face ao período homólogo. A taxa de ocupação quarto atingiu os 57%, mais 1,5 p.p. do que em maio de 2017.

No mês de maio de 2018, o destino turístico Lisboa registou uma taxa de ocupação quarto de 89%, revelando uma subida de 0,1 p.p. face a maio de 2017. O RevPar cresceu 17%, face ao período homólogo. Enquanto o ARR – Preço médio por quarto ocupado se fixou nos 136 euros.

Os picos de ocupação verificados nos destinos Lisboa e Estoril/Sintra nos dias da realização do Eurofestival da Canção não tiveram efeitos neste indicador quando diluídos no total do mês, que, todavia, registou uma já habitual alta taxa de ocupação.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, afirma  que “este é um ano de consolidação na hotelaria, tivemos 3 anos de crescimento acelerado e agora estamos a assistir a uma estabilização da taxa de ocupação e a um crescimento sustentado do preço médio por quarto ocupado e do RevPAR.

“Naturalmente que nos traz alguma preocupação os destinos que estão em queda na Taxa de ocupação desde o início do ano, uns porque tiveram um 2017 muito forte, como é o caso de Leiria/Fátima/Templários com a vinda do Papa; outros, como a Madeira e o Algarve, porque, como temos vindo a afirmar, se têm ressentido com a quebra de mercados como o inglês e o alemão, com as rotas que não foram repostas após a falência de companhias aéreas que ali operavam e a concorrência de outros destinos; e os Açores que, por um lado, teve grande procura no seguimento da abertura do espaço aéreo a companhias low cost e agora estão a ressentir-se da falência de algumas companhias aéreas e, por outro, porque houve um aumento significativo da oferta de Alojamento Local na região. Ainda assim as expectativas para o verão são muito positivas”, acrescentou.

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