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Governo entrega à Região de Coimbra o arranque do Plano Nacional de Gastronomia

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A secretária de Estado do Turismo disse hoje em Coimbra que Portugal vai implementar um Plano Nacional para a Gastronomia e convidou a Região de Coimbra seja o local de partida, com base na experiência adquirida e envolvimento dos atores do setor na distinção de Região Europeia de Gastronomia, cujo programa foi hoje apresentado.

Numa sessão realizada na Antiga Igreja do Convento São Francisco, Rita Marques destacou que a gastronomia tem muitas similitudes com o turismo porque tem o “poder de arrastamento face às outras áreas de atividade. Todos temos uma melhor experiência turística se tivermos comido bem”,  sublinhou.

 

A governante entendeu que “a experiência da Região de Coimbra pode ser útil para outras regiões e ao nível nacional e assim começar a trabalhar num Plano Nacional para a Gastronomia, que é um anseio de há muitos anos do Turismo de Portugal.

“A experiência que a Região de Coimbra terá com esta candidatura vencedora como Região Europeia de Gastronomia pode ser útil para dar os primeiros passos na elaboração deste plano nacional para a Gastronomia” relatou.

A secretária de Estado do Turismo quis deixar o “compromisso do regresso aos restaurantes, em segurança, uma vez que os restaurantes estão mais adaptados à gestão das novas regras.

Fã incondicional da sardinha da Figueira da Foz, Rita Marques escolhe o mel DOP Serra da Lousã como acompanhamento de qualquer sobremesa tradicional, mas reconhece que na gastronomia da Região de Coimbra “tem vários amores”.

Em entrevista exclusiva ao Notícias de Coimbra, o presidente da Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, regozijou-se por a CIMRC ir lidera o grupo que vai iniciar o Plano Nacional de Gastronomia e lembrou que as iniciativas ligadas à distinção Coimbra Região Europeia da Gastronomia envolvem um grande número de pessoas, desde o chefs embaixadores, aos parceiros da área da restauração, mas também aos produtores locais e tradicionais, desde a serra ao mar.

Com o grande objetivo de “defender tradicionalmente os produtos endógenos da nossa gastronomia” esta distinção também traz uma forte “representação internacional e considera que através da gastronomia se “está a vender o património material e imaterial, através da inovação e também dos produtos mais sustentáveis”.

Os chefs são muitos jovens e são os embaixadores da Região de Coimbra que criam novos produtos com os produtos tradicionais, que integra as componentes inovação e tradição, que consistiram num dos desígnios iniciais da candidatura, aliados à capacitação dos agentes e à sustentabilidade.

José Carlos Alexandrino realçou também a importância do caminho a percorrer pela candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura e reafirmou o compromisso dos restantes 18 municípios nesta ambição .

Veja as entrevistas exclusivas e em direto do Notícias de Coimbra e assista à cerimónia.

 

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