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Coimbra

Governante diz em Coimbra que municípios têm gestão equilibrada na aplicação dos recursos  

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O secretário de Estado da Descentralização e Administração Local, Jorge Botelho, disse hoje, em Coimbra, que, os municípios portugueses têm uma gestão equilibrada na aplicação dos recursos de que dispõem.

“Os municípios portugueses nos dias de hoje têm uma gestão eficiente, uma gestão equilibrada. Não quer dizer que não tenham uma gestão com dificuldades, mas na calibração das prioridades que têm de ter, obviamente que os municípios portugueses conseguem ter uma situação financeira equilibrada”, salientou o governante na cerimónia de entrega das Bandeiras Verdes às autarquias Familiarmente Responsáveis.

“Na ponderação onde vão colocar os meios, têm feito opções. Muitas vezes entre fazer um investimento numa obra e dar apoio às famílias, não tenho dúvidas, e tem-se verificado, é que há apoios direcionados para as famílias e se calhar adia-se uma intervenção que também era importante”, explicou.

O Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis distinguiu hoje 84 municípios com bandeira verde, que atesta as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de política familiar.

O distrito de Coimbra, libera a nível nacional com 11 municípios distinguidos, seguido de Lisboa, Santarém e Braga.

Dos 84 municípios galardoados, as câmaras de Angra do Heroísmo (Açores), Cantanhede (Coimbra), Torres Novas (Santarém), Torres Vedras (Lisboa), Vila de Rei (Castelo Branco) e Vila Real, recebem a distinção desde a primeira edição do prémio.

Por outro lado, os distritos de Bragança, de Évora e de Portalegre continuam sem ter municípios representados.

Segundo Rosário Carneiro, do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, o número de autarquias distinguidas cresceu cerca de 3,7%, atingindo os 84 municípios, em 2021.

O secretário de Estado da Descentralização e Administração Local referiu que os municípios “cada vez mais adotam políticas diferenciadas, tanto para famílias neste caso, para famílias numerosas e também para famílias não numerosas, porque depois acabam por ser todos abarcados”.

Os municípios portugueses estão cada vez “mais conscientes e mais próximos das populações. Têm equipas multidisciplinares a trabalhar no terreno, chegam às pessoas e às dificuldades das pessoas, quando elas têm uma dificuldade e, de alguma forma, têm adotado políticas a favor do rendimento das famílias”, concluiu.

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