O candidato presidencial Gouveia e Melo deu hoje uma pequena volta de mota em Chaves, afiançando que está habituado a conduzir “coisas mais difíceis” e que a segunda volta é sempre “mais simples” do que a primeira.
“A segunda volta vai ser sempre mais simples do que a primeira”, gracejou o candidato, enquanto montava uma Harley Davidson junto ao marco do quilómetro zero da Estrada Nacional (EN) 2, em Chaves, no distrito de Vila Real, momento que gerou a curiosidade das pessoas que por ali passavam.
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Num arranque com alguma dificuldade, devido ao peso da mota, o ex-chefe do Estado-Maior da Armada deu uma volta de cerca de cinco minutos, parando depois na rotunda que marca o início da estrada que atravessa o país e termina em Faro, ao quilómetro 739.
Questionado pelos jornalistas sobre se tinha conseguido fazer a volta sem tombos, Gouveia e Melo respondeu que isso era “só que faltava”, assegurando que, apesar de se tratar de uma mota pesada, estava habituado a “conduzir coisas mais difíceis do que uma mota”.
Após o passeio sobre duas rodas, Gouveia e Melo atravessou a Ponte de Trajano, sobre o Rio Tâmega, e deu uma volta pelo centro da cidade, que durante a tarde se encontrava praticamente vazio, parando depois num café, onde aproveitou para comer um pastel de Chaves.
Acompanhado pelo presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, seu apoiante, que vestia um capote, o candidato atirou, em brincadeira: “Se eu tivesse uma samarra dessas, era logo eleito”, com Isaltino a explicar que existem três tipos daqueles agasalhos: a samarra, o capote – o usado pelo autarca -, e a capa de honra.
Ao final da tarde, ainda em Chaves, Gouveia e Melo teve um encontro com o Movimento Cultural da Terra de Miranda.
O último ponto da sua agenda do dia será um comício em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.
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