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Justiça

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O Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa divulgou as medidas de coação aplicadas aos 11 arguidos detidos na sequência da Operação Labirinto, que visou os envolvidos no escândalo dos vistos dourados.

António Figueiredo, Presidente do Instituto dos Registos e Notariado (IRN) e Zhu Xiaodong, o sócio da sua filha Ana Figueiredo na Golden Vista Europe, vão ficar em prisão preventiva.

 O juiz Carlos Alexandre terá considerado que existe perigo de fuga deste jurista que já foi advogado em Coimbra, onde tem residência.  A PJ está a inevstigar nomeação do detido, cenário quem envolve a CRESAP. Há notícias que dizem que Figueiredo pediu a cúmplices para destruírem provas na sede do IRN,local onde o SIS efectuou uma “varridela” electrónica.

Amaro da Luz, ex-administrador da Fundação Bissaya Barreto, advogado em Coimbra que terá ligações a António Figueiredo, foi constituído arguido.

António Palos,  o agora demissionário director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Maria Antónia Anes, a ex-Secretária Geral do Ministério da Justiça e o empresário Joaquim Gomes, sócio de Ana na JFM que também foi de Miguel Macedo e ainda é de Marques Mendes, por enquanto estão em prisão preventiva, mas, graças à pulseira electrónica, vão poder ir para casa.

Quatro funcionários do IRN foram suspensos. Dois chineses não podem sair de Portugal, tendo de prestar cauções de 500 000 e de 250 000 Euros. Alguns dos acusados ficam  proibidos de falar com pessoas do MAI, SIS, SEF, IRN, MP…

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