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GNR reabre em março postos de atendimento reduzido no distrito da Guarda

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A GNR vai reabrir em março, de forma faseada, os nove Postos de Atendimento Reduzido (PAR) no distrito da Guarda que foram encerrados temporariamente devido à pandemia causada pela covid-19, foi hoje anunciado.

O Comando Territorial da GNR da Guarda refere em comunicado enviado à agência Lusa que, “considerando o gradual decréscimo de casos covid-19 e o constante empenho da GNR num rápido regresso à normalidade, irá, nos próximos dias, retomar a atividade dos PAR”.

Segundo a nota, “tendo em vista o retorno à normalidade”, o Comando Territorial irá restabelecer os serviços de atendimento ao público de forma faseada.

No dia 01 de março, serão reabertos os Postos Territoriais da GNR de Vila Franca das Naves (no concelho de Trancoso), Soito (Sabugal), Loriga e Paranhos da Beira (Seia).

Para 08 de março, está planeada a reabertura dos Postos Territoriais de Vila Nova de Tázem (Gouveia) e Freixedas (Pinhel).

Por fim, no dia 15 de março, a GNR retomará o funcionamento dos Postos Territoriais de Freixo de Numão (Vila Nova de Foz Côa), Miuzela (Almeida) e Pínzio (Pinhel).

A GNR lembra na nota que a atividade dos postos “foi suspensa temporariamente devido às circunstâncias particulares e excecionais que o país atravessa, provocadas pela pandemia covid-19, em especial a reposição do controlo de fronteiras terrestres”.

Recentemente, a GNR adiantou à Lusa que, na área do Comando Territorial da Guarda, “foi temporariamente suspensa a atividade em nove postos de atendimento reduzido (PAR)”, designadamente: Freixedas, Freixo de Numão, Miuzela, Pínzio e Vila Nova de Tázem com suspensão diária; e Loriga, Paranhos da Beira, Soito e Vila Franca das Naves, com suspensão apenas ao fim de semana.

“Esta medida permitiu a transferência temporária de 47 militares para os postos Sede de Agrupamento”, acrescentou.

Segundo a GNR, a suspensão temporária da atividade de alguns postos territoriais, “os quais já funcionavam em Regime de Atendimento Reduzido, teve como pressuposto as circunstâncias particulares e excecionais que o país atravessa [devido à pandemia causada pela covid-19], em especial a reposição do controlo de fronteiras terrestres, tarefa essa com forte empenhamento da Guarda Nacional Republicana”.

“Assim, a Guarda [GNR] considerou operacionalmente vantajoso adotar esta medida temporária, à semelhança do que já ocorreu na fase inicial da pandemia, a qual permite alocar um maior número de militares para o serviço operacional, nomeadamente para o controlo da fronteira terrestre, sublinhando-se que a mesma apenas vigorará enquanto se afigurar absolutamente necessário, retomando a situação de normalidade logo que possível”, rematava a fonte.

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