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Coimbra

Francisco Paz reforma-se e deixa Convento São Francisco

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Francisco Paz, que assumiu a programação artística e cultural  do Convento São Francisco (CSF), em Coimbra, há três meses, vai reformar-se este ano e a sua substituição está a ser preparada, confirmou o presidente da Câmara Municipal.

“A sua substituição está pré-anunciada, é conhecida de toda a gente e estamos a trabalhar nessa mesma substituição”, afirmou José Manuel Silva, em resposta à vereadora do Partido Socialista (PS) Carina Gomes, na reunião do executivo desta segunda-feira. O autarca referiu que “por força da idade o Dr. Francisco Paz terá de abandonar as suas funções na função pública” em outubro desta ano. 

“Pergunto, e agradeço uma resposta direta, se aquilo a que assistimos agora é a uma pré-anunciada substituição de Francisco Paz por Paulo Pires na programação e gestão do Convento? Se isso for verdade, não só não haverá qualquer concurso público para ocupação desses lugares, como a gestão do Convento ficará a cargo de um mero funcionário da Câmara. Sr. Presidente, se assim não for, e eu espero que não seja, por favor, corrija-me e informe-nos
sobre os seus planos para o Convento São Francisco”, questionou Carina Gomes.

“Estamos a preparar uma transição tranquila em termos de programação com as pessoas que estão na Câmara Municipal”, adiantou José Manuel Silva, afirmando que depois disso a substituição será negociada.

Francisco Paz acumulava, desde o dia 11 de março, a função de programador do Convento São Francisco com a de diretor do Departamento de Cultura e Turismo (DCT) da Câmara Municipal, após a saída de Celeste Amaro que esteve cerca de um mês no cargo. 

Celeste Amaro tinha assumido o lugar de Isabel Worm, cujo contrato para serviços de consultoria artística e cultural terminou a 13 de fevereiro de 2022.  A 1 de junho, Paulo Pires assumiu a direção da  Divisão de Cultura e Promoção Turística (DCPT) da autarquia, tendo o presidente da Câmara anunciado que também iria colaborar na programação do CSF. 

“Depois de dispensar Isabel Worm, reconhecida profissional com mais de 30 anos de experiência, que criou verdadeiros laços de colaboração e entreajuda com os agentes culturais de Coimbra, todos sabemos o que aconteceu com a entrada e saída de Celeste Amaro e, depois com Francisco Paz, homem dedicado, empenhado, conciliador e extremamente competente – solução a que o Presidente da Câmara recorreu para apaziguar os ânimos”, sustentou Carina Gomes.

José Manuel Silva ressalvou que Isabel Worm foi afastada não por falta de competência, mas porque tinha “um vencimento acima de qualquer outra pessoa deste município, seja trabalhador, avençado, presidente da Câmara, tinha um vencimento incomportável”.

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