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Fim de semana com temperatura máxima superior a 40ºC!

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O Comando Distrital de Operações de Socorro de Coimbra informa que nos próximos dias existe um cenário desfavorável em termos de incêndios florestais.

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Devido a uma massa de ar muito quente transportada na circulação conjunta de um anticiclone localizado a noroeste da Galiza e de um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica, prevêem-se temperaturas elevadas, em especial a máxima, pelo menos até domingo.

 
Os valores da temperatura máxima irão variar, na generalidade do território, entre 30 e 36ºC, com exceção de alguns locais do interior, onde se poderão atingir valores entre 37 e 40ºC, e da faixa costeira a norte do Cabo Raso, onde as temperaturas não deverão ultrapassar 26ºC, aproximadamente.

 

 Entre os dias 16 e 18, a temperatura máxima poderá atingir valores entre 40 e 43ºC nas regiões do interior e entre 35 e 39ºC nas regiões do litoral.

A temperatura mínima irá subir gradualmente esperando-se, a partir do dia 17, valores da ordem de 20 a 22ºC em quase todo o território, podendo mesmo atingir 23 a 25ºC em muitos locais, em especial do interior.  O vento será moderado, sobretudo nas terras altas, e as humidades relativas serão inferiores a 30%, na generalidade do território continental.

 

 
Em função da previsão quanto à evolução das condições meteorológicas, é expectável: Tempo quente e vento moderado a forte com permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais.

 
A ANPC recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor, para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja superior ao nível ELEVADO, não é permitido:  Realização de queimadas.

Para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja superior ao nível MUITO ELEVADO, não é permitido: Realização de fogueiras para recreio ou lazer, ou para confeção de alimentos; Utilização de equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos; Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração; O lançamento de balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;  Fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem;  A fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.

 
A ANPC recorda, ainda alguns cuidados a ter, face às condições meteorológicas previstas, na realização de trabalhos agrícolas e florestais, nomeadamente: Manter as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras; Abastecer as máquinas a frio e em local com pouca vegetação;  Ter cuidado com as faíscas durante o seu manuseamento, evitando a sua utilização nos períodos de maior calor.

 
Considerando as temperaturas previsíveis, a ANPC recomenda ainda especial atenção aos cuidados na área da saúde, com especial atenção aos grupos mais vulneráveis, nomeadamente crianças, idosos e doentes crónicos, adaptando os comportamentos à situação em causa, designadamente:
Aumentar a ingestão de água ou sumos de fruta natural, sem adição de açúcar, mesmo sem sinais de sede; Evitar bebidas alcoólicas e bebidas com elevados teores de açúcar; Fazer refeições leves e mais frequentes. Refeições pesadas e muito condimentadas são de evitar; Evitar a exposição direta ao sol, em especial entre as 11 e as 17 horas. Sempre que haja exposição ao sol, ou se ande ao ar livre, usar um protetor solar com um índice de proteção elevado (igual ou superior a 30). Renovar a sua aplicação sempre que estiver exposto ao sol (de 2 em 2 horas) e sempre que estiver molhado ou tiver transpirado bastante; Usar roupa leve e fresca; Evitar esforços físicos.

 
A ANPC recomenda ainda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando as proibições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, consultando, para o efeito, o sítio digital do IPMA, os Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e os Corpos de Bombeiros.

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