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Política

Fim de restrições de viagens pela Inglaterra é “reconhecimento do esforço” dos portugueses diz Augusto Santos Silva

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O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, considerou hoje “boa notícia” o fim das restrições impostas pela Inglaterra às viagens para Portugal, no que constitui um “reconhecimento do esforço feito pelos portugueses”.

É, “sem dúvida”, uma boa notícia, pois significa um “reconhecimento do esforço feito pelos portugueses” e do qual “resultou termos hoje uma situação pandémica controlada”, apontou Augusto Santos Silva, reagindo ao facto de, a partir de 17 de maio, Portugal passar a constar da “lista verde” de países considerados seguros para viajar e isentos de quarentena na chegada a Inglaterra.

O governante, que falava aos jornalistas na Alfândega do Porto, onde hoje decorre a Cimeira Social, realçou que “esse reconhecimento internacional é sempre bem vindo”.

Questionado sobre a importância desta decisão para a recuperação da economia portuguesa, o chefe da diplomacia portuguesa destacou “dois instrumentos que vão ser muito importantes para a reanimação da circulação das pessoas”, tendo em conta “os efeitos económicos positivos” que terão.

Santos Silva referia-se, designadamente, ao certificado verde digital, que espera “que esteja operacional no início do verão”, e à revisão da recomendação sobre viagens para fora da União Europeia (UE), na qual se inclui o Reino Unido e que será feita “no sentido de permitir viagens de todo o tipo – essenciais ou não essenciais – para países cuja situação pandémica esteja também melhor”.

“É o caso do Reino Unido, que está neste momento numa situação pandémica bastante controlada, com uma vacinação muito avançada e com níveis de novos casos bastante baixos – aliás, próximos dos portugueses”, disse.

Essa reavaliação será feita num próximo Conselho de Ministros da UE, ainda em maio, em que serão tomadas decisões “sensatas, cautelosas, prudentes, mas de abertura progressiva”, insistiu.

Sobre os corredores aéreos, Santos Silva sublinhou que, “neste momento, as restrições maiores são para todos os países dentro ou fora da UE que tenham um número elevado de novos casos, 500 por 100 mil”, que tem sido o limiar utilizado “em coordenação europeia”.

Mas, apontou, também para os países que são ‘fonte’ de variantes do vírus que ainda são mal conhecidas e que têm um ritmo de propagação elevado.

Por isso, Portugal sujeita a quarentena “qualquer que seja a ligação que tenha sido usada para passageiros que tenham iniciado a viagem ou na África do Sul, ou na Índia, ou no Brasil”, disse o ministro.

Portugal vai estar na “lista verde” de países considerados seguros para viajar e isentos de quarentena na chegada a Inglaterra a partir de 17 de maio, segundo anunciado hoje pelo ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps.

Portugal é uma das exceções dentro da Europa, juntamente com Israel e Gibraltar, enquanto a maioria vai ficar na lista “amarela”, sujeita a restrições mais apertadas, como Espanha, França e Grécia.

Desde janeiro que estavam proibidas as viagens para o estrangeiro exceto em casos de força maior e com justificação válida, sendo as infrações penalizadas com multas de 5.000 libras (5.800 euros).

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