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“Figueira da Foz não entra em rivalidades estúpidas com Coimbra” (com vídeos)

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“A Figueira da Foz sabe o seu papel e o seu estatuto e não entra em rivalidades estúpidas com Coimbra”, disse, este sábado, Pedro Santana Lopes, defendendo que são cidades complementares e que é necessário um trabalho conjunto para o desenvolvimento da Região Centro.

O autarca falava em Montemor-o-Velho na Convenção Autárquica Distrital do PSD, que se realizou este sábado, na qual se juntou ao presidente da Câmara de Coimbra para debater os principais desafios da região.

José Manuel Silva defendeu que a “Região de Coimbra tem que se afirmar como área metropolitana”, notando que as ligações ao centro interior do país tem que ser melhoradas.

” A Região Centro é muitas vezes objeto de esquecimento por parte dos responsáveis nacionais”, criticou o presidente da Câmara da Figueira da Foz, defendendo uma região “unida, reivindicativa e que não se prejudique com as rivalidades internas”.

O Notícias de Coimbra pretendia transmitir na integra a conversa entre José Manuel Silva e Pedro Santana Lopes mas o líder da Distrital Laranja impediu a emissão em direto.

A iniciativa teve como objetivo assinalar um ano das eleições autárquicas de 2021, servindo para discutir assuntos que marcam a agenda política e a ação, tanto dos Municípios, como das Freguesias.

No caso dos Municípios, os assuntos em discussão tiveram como base a transferência de competências e os acordos assinados com o Governo, bem como a discussão do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e dos fundos comunitários. Em análise esteve, também, o momento difícil para as finanças locais, com o aumento da energia, combustíveis e da inflação, de uma forma generalizada.

No que respeita às Juntas de Freguesia, as eventuais desagregações e a possibilidade de candidaturas a fundos comunitários foram temas que estiveram em discussão.

A sessão de encerramento contou com a presença do líder nacional do partido. Durante a sua intervenção de mais de meia hora, Luís Montenegro criticou o processo de descentralização, o bloqueio à audição de ministros no Parlamento por parte da bancada socialista, ou o adiamento de decisões estruturantes.

“As escolhas têm consequências. Estamos a empobrecer mais hoje em Portugal pelas escolhas que o senhor António Costa e o PS fizeram nos últimos anos”, salientou.

Veja os diretos NDC:

 

 

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