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Economia

Figueira da Foz: Governo entrega imóveis para exploração turística

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O Governo anunciou hoje que os primeiros 12 imóveis do concurso para atribuição dos direitos de exploração turística, no âmbito do fundo Revive Natureza, foram adjudicados a entidades privadas, estando prevista a criação de 50 postos de trabalho.

Neste lote estão o ex-posto fiscal de Quiaios e antiga sede de administração florestal da Figueira da Foz.

GUARDA FLORESTAL FIGUEIRA DA FOZ

“Os primeiros 12 imóveis do concurso para atribuição dos direitos de exploração turística, do fundo Revive Natureza, foram adjudicados a entidades privadas que irão agora dar-lhes nova vida e funcionalidades, com vista à criação de uma oferta turística sustentável e inovadora que acrescente valor à região, atraindo novos visitantes e fixando novos residentes nas localidades onde se inserem”, indicou, em comunicado, o Ministério da Economia.

Segundo o executivo, nestes 12 concursos está prevista a criação de 50 postos de trabalho, em projetos destinados a alojamento para fins turísticos (oito), restauração (dois) e atividades de animação e lazer de âmbito turístico (dois).

Os que foram notificados da decisão de adjudicação têm nove meses para apresentação e aprovação dos pedidos de informação prévia vinculativos junto das câmaras municipais onde se localizam os imóveis.

O fundo pode conceder financiamento às entidades em causa, criando “as melhores condições para a concretização dos respetivos projetos”.

POSTO FISCAL QUIAIOS

Os imóveis em causa são os antigos postos fiscais da Comporta, em Alcácer do Sal, de São Jacinto, no concelho de Aveiro, em Malpica do Tejo, no concelho de Castelo Branco, de Quiaios e antiga sede de administração florestal da Figueira da Foz, em Alares, no concelho de Idanha-a-Nova, de Vilamoura, no concelho de Loulé, de São Pedro de Moel, na Marinha Grande, de Viana do Castelo e Amorosa, da Carvalha, em Vila Nova de Cerveira e dos Lavadores, em Vila Nova de Gaia.

O concurso, que foi lançado em julho de 2020, recebeu 161 propostas, sendo que as vencedoras, além da recuperação do imóvel “de forma que minimize o impacto ambiental”, assumem o compromisso de criar emprego.

Por outro lado, os concorrentes pretendem promover os produtos típicos da região e criar experiências para os visitantes.

O Ministério da Economia lembrou também que estão abertos, até 18 de março, concursos para a atribuição dos direitos de exploração de mais sete imóveis afetos ao fundo.

O Fundo Revive Natureza é gerido pela Turismo Fundos, responsável pela rede de imóveis do Estado.

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