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Coimbra

Feministas de Coimbra rejeitam flores num dia que “nunca foi de celebração, mas de luta” (com video)

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A luta pela defesa da igualdade salarial, de género, de oportunidades e por uma sociedade mais segura para as mulheres levou esta tarde cerca de cinco dezenas de pessoas a manifestarem-se na Praça 8 de Maio em Coimbra. 

A concentração foi dinamizada por três coletivos e organizações, nomeadamente “A Rede 8 de Março”(Rede 8M), Brigada Estudantil e Brigada Fernanda Mateus.  O dia Internacional da Mulher levou à “Greve do 8 de Março” que culminou em dezenas de manifestações. 

Soraia Sousa, uma das representante da Rede 8M e da Brigada Estudantil sublinhou, ao Notícias de Coimbra, os efeitos nefastos da pandemia no aumento do número de assassinatos de mulheres e dos casos de violência doméstica “pelas nossas companheiras que sofrem de violência doméstica e de feminicídios. O ano passado tivemos 27 companheiras vítimas de feminicídios, este ano já vamos em quatro”.

Outra manifestante e membro das organizações acima referidas, Sílvia, sublinhou que este não é um dia para celebrar “Este dia nunca foi verdadeiramente de celebração, este dia existe, aliás, porque é um marco da luta das mulheres ao longo da história. Não é um dia de flores, não é um dia de jantares à luz de velas, é um dia de faixas, de cânticos, de reinvindicações”, referiu ao NDC.

Veja o vídeo do direto Notícias de Coimbra. 

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