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FCTUC tem novo Mestrado Erasmus Mundus em Geociências Planetárias

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No próximo ano letivo, a Universidade de Coimbra (UC), a Universidade de Nantes (França) e a Universidade d’Annunzio (Chieti-Pescara, Itália) vão ministrar, em conjunto, o novo Mestrado Erasmus Mundus em Geociências Planetárias. 

Criado com o objetivo de proporcionar aos estudantes uma formação sólida e em ambiente colaborativo, numa área que assistiu a uma forte expansão nas últimas décadas, como atesta o elevado número de missões espaciais, o ‘Erasmus Mundus Joint Masters’ (EMJM) em Geociências Planetárias reunirá práticas de ensino e metodologias inovadoras, com foco específico no uso de novas tecnologias como a realidade virtual. Os estudantes terão ainda oportunidade de interagir com empresas tecnológicas ligadas ao desenvolvimento de instrumentação e serviços para a indústria espacial. 

No âmbito desta colaboração, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) será responsável pela introdução às ciências planetárias, deteção remota, processamento de imagem e ferramentas computacionais e de análise de dados, para além da supervisão de teses de mestrado. As aulas terão lugar no Departamento de Física, estando também envolvidos os departamentos de Matemática e de Ciências da Terra.

Segundo Alexandra Pais, docente do Departamento de Física da FCTUC e coordenadora do projeto na UC, «o EMJM GeoPlaNet é um curso numa área com crescente procura por parte de empregadores, quer para investigação quer para desenvolvimento de tecnologia. O interesse do tema, associado ao financiamento agora concedido pela Comissão Europeia, permitirá trazer à UC estudantes e formadores de excelência, criando as melhores condições para o desenvolvimento da área das Geociências Planetárias na UC». 

«Será igualmente mais uma oportunidade para divulgar e promover a UC, e em especial a FCTUC que participa com três dos seus departamentos, no seio de redes de investigação e ensino de reconhecido mérito e grande nível de internacionalização», considera a docente. 

Financiado pela Comissão Europeia através da atribuição de 15 bolsas anuais aos melhores candidatos provenientes da União Europeia ou países terceiros, este novo Mestrado tem a duração de 24 meses repartidos entre Portugal (1.º semestre), Itália (2.º semestre) e França (3.º semestre). O trabalho de tese será desenvolvido no último semestre numa das instituições associadas. 

São cerca de duas dezenas as instituições que dão apoio ao projeto, entre universidades, laboratórios de investigação e agências espaciais, distribuídos pelo globo. O EMJM conta ainda com a colaboração de startups a desenvolver soluções tecnológicas para aplicação na área do Espaço. No final do curso, é conferido aos estudantes um diploma de mestrado conjunto.

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