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Exposição alerta para a preservação do mundo marinho

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A exposição “Mãe Nossa no Oceano”, da autoria de Nuno Vasco Rodrigues, biólogo marinho, fotógrafo de conservação e investigador do MARE – Politécnico de Leiria, e da escritora Ana Filomena Amaral, que esteve em destaque na Biblioteca da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Politécnico de Leiria, em Peniche, e na Biblioteca Municipal de Arganil, acaba de chegar ao concelho de Tábua, no distrito de Coimbra. A exposição pretende alertar para as ameaças que o mundo marinho enfrenta devido à ação do Homem e vai ainda ser apresentada em Pedrógão Grande, Condeixa-a-Nova, Covilhã e Carregal do Sal.

A Biblioteca Municipal de Tábua é o local onde a exposição “Mãe Nossa no Oceano” está patente até dia 30 de junho, sendo apresentadas imagens do mundo marinho captadas por Nuno Vasco Rodrigues, que na semana passada conquistou o primeiro lugar na categoria de Fotógrafo de Conservação do ano e obteve a segunda posição na categoria de Fotojornalismo do ano, na competição de fotografia sobre o Oceano, promovida pela Ocean Geographic Society. A exposição apresenta ainda textos do primeiro romance da trilogia “Mãe Nossa” de Ana Filomena Amaral, “O Diretor”, e tem como objetivo revelar a beleza que encerra o Oceano e as ameaças que enfrenta devido à ação do Homem.

“Mãe Nossa no Oceano” trata-se de um contributo dos autores para despertar as consciências, levar o público a nutrir um sentido de conservação e de reflexão urgente no nosso tempo e ajudar a mudar o paradigma da existência da Humanidade à face da Terra, para que as gerações vindouras herdem um futuro digno.

A exposição segue depois para o concelho de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, para a sede da Associação das Vítimas de Pedrógão Grande, onde vai permanecer entre 1 e 15 de julho. Na segunda quinzena desse mês e em agosto estará em Condeixa-a-Nova, em setembro na Covilhã e em outubro em Carregal do Sal, havendo já marcações para 2022.

Nuno Vasco Rodrigues licenciou-se em Biologia Marinha para poder estudar a vida marinha e tornou-se mergulhador para poder chegar mais perto desse mundo subaquático que tanto o fascina. Quando estava a elaborar o seu primeiro livro, percebeu que podia usar a fotografia para partilhar as maravilhas subaquáticas, mas também as ameaças enfrentadas hoje em dia pelas espécies e ecossistemas marinhos. Através da fotografia, espera poder contribuir para a alteração de comportamentos necessários para uma redefinição do futuro comum no planeta azul.

Ana Filomena Amaral dedica a trilogia “Mãe Nossa” aos problemas ambientais na convicção de que a palavra é uma arma e os que a usam devem com ela lutar por causas que achem ser determinantes para o bem da Humanidade, e do seu berço, a Terra. No primeiro livro da trilogia, “O Diretor”, o principal protagonista é o mar e todos os males que lhe infligimos, sendo que o segundo, intitulado “Gelos”, centra-se no Ártico e nos problemas do degelo. Por fim, a história do terceiro livro “Desertos” passa-se no Saara, com todos os dramas humanitários que ele encerra.

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