Política

“Eu não venho cá criar desatenções, venho cá ajudar o PSD em campanha” atira Passos Coelho

Notícias de Coimbra com Lusa | 2 meses atrás em 26-02-2024

Imagem: redes sociais

O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que se juntou hoje à campanha da Aliança Democrática (AD) em Faro, afirmou que veio para “ajudar o PSD” e não pretende “criar desatenções”.

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Pedro Passos Coelho, que liderou o PSD entre 2010 e 2018, chegou a pé com o atual presidente do partido, Luís Montenegro, à Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, para um comício da AD em que irá discursar.

“Eu não venho cá criar desatenções, venho cá ajudar o PSD em campanha”, afirmou Passos Coelho, enquanto caminhava lado a lado com Luís Montenegro, rodeados por comunicação social.

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Antes do comício, o presidente do PSD percorreu uma rua do centro de Faro acompanhado por dezenas de pessoas da comitiva da AD e, questionado sobre a presença de Passos Coelho, respondeu que “não há questão”.

“Nós estamos muito fortes, muito unidos, muito coesos no propósito de dar bem-estar aos portugueses”, declarou Luís Montenegro.

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Já no comício, o cabeça de lista da AD por Faro e vice-presidente do PSD, Miguel Pinto Luz, foi o primeiro a intervir e fez questão de destacar aquela que foi a notícia do dia na caravana da coligação.

“Tinha muitas saudades de ver Luís Montenegro e Pedro Passos Coelho ao lado um do outro”, afirmou, recebendo os aplausos dos apoiantes que encheram os claustros, com cerca de 400 lugares sentados, mas muitas pessoas em pé.

Pinto Luz manifestou o seu “enorme respeito e orgulho” de ter trabalhado com os dois.

“São dois homens diferentes, em circunstâncias diferentes, contextos diferentes, não pensam necessariamente da mesma forma, mas os dois têm características unidas: a vontade incessante de mudar o mundo para melhor e colocar o interesse nacional à frente dos interesses pessoais”, salientou.

O dirigente social-democrata defendeu que o PSD “foi o pai de todas as grandes reformas” no país e apelou a todos para que “não tenham vergonha” da governação no período da “troika”.

“As pensões mínimas foram aumentadas todos os anos”, frisou, defendendo que “a salvação do Serviço Nacional da Saúde e da educação será liderada por Luís Montenegro”.

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