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Coimbra

Estradas de Portugal lança concurso para via encerrada há 4 meses

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A Estradas de Portugal garantiu hoje que, em maio, estarão concluídos os procedimentos para lançar a concurso a reparação da Estrada Nacional 17-1, na localidade de Sandoeira, concelho de Miranda do Corvo, encerrada há quase três meses.

Em resposta à agência Lusa, a Unidade de Comunicação e Imagem explicou que “decorrem atualmente os necessários procedimentos concursais que obedecem a tramitações e legislação específicas previstas no Código dos Contratos Públicos”.

“Estes procedimentos estarão concluídos no próximo mês, procedendo-se posteriormente à contratação da obra”, informou o gabinete, referindo que a consignação da empreitada pode “levar mais dois ou três meses”.

Segundo a empresa, a intervenção a executar, ao longo de uma extensão de cerca de 50 metros, consiste na reposição do aterro da estrada, reforço da drenagem, trabalhos de pavimentação e reposição da sinalização rodoviária e das guardas de segurança existentes.

A EN 17-1, junto à povoação da Sandoeira, está cortada ao trânsito desde 11 de fevereiro devido ao deslizamento parcial da plataforma de suporte à via, provocado pelas adversas condições climáticas registadas naquele mês.

A Estradas de Portugal adiantou ainda que, logo após a ocorrência, “foram executados trabalhos de limpeza de terrenos soltos e desobstrução de linhas de água e iniciado o processo de avaliação e projeto para a realização da obra de reconstrução”.

A EN 17-1 liga os concelhos de Miranda do Corvo e Penela e é um acesso direto do interior do distrito de Coimbra à autoestrada 13 para Sul e ao Itinerário Complementar 3.

O trânsito ligeiro está a fazer o desvio por Vila Nova – Sandoeira, enquanto a alternativa para os pesados é a estrada nacional 110 (Penela – Lamas/Miranda do Corvo).

Já durante este mês, o presidente da Câmara de Miranda do Corvo, Miguel Baptista, queixou-se de que, “lamentavelmente, os trabalhos necessários para a reposição do aterro e reparação do aqueduto ainda não arrancaram, nem existe qualquer previsão por parte das Estradas de Portugal para tal acontecer”.

“Esta situação acarreta graves prejuízos para os utentes da estrada e também para a Câmara Municipal, que vê assim a estrada municipal entre Sandoeira e Vila Nova, que está a ser usada como alternativa, a degradar-se de forma acelerada”, sublinhou o autarca.

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