Uma equipa da Escola Superior de Educação de Coimbra foi distinguida com uma menção honrosa numa iniciativa regional dedicada ao combate ao idadismo, com o projeto “Selo +Idade”, tendo ficado entre os quatro finalistas, entre 76 candidaturas.
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Uma equipa da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), composta pelas estudantes Matilde Mósca e Ana Cristina Marques, do 2.º ano da licenciatura em Comunicação Organizacional (Pós-Laboral), e pela docente responsável Joana Fernandes, foi hoje distinguida com uma menção honrosa, na final da iniciativa regional Idadismo Zero, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), dedicada à sensibilização para o idadismo.
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O projeto apresentado a concurso, intitulado “Selo +Idade”, destacou-se entre 76 candidaturas, tendo sido selecionado pelo júri como um dos quatro finalistas, evidenciando a qualidade, pertinência e impacto da proposta desenvolvida pela equipa da ESEC.
A iniciativa, promovida no âmbito de uma estratégia de sensibilização para o envelhecimento e combate à discriminação com base na idade, que se encontra na sua 1.ª edição, procurou valorizar projetos inovadores que contribuam para uma sociedade mais inclusiva e equitativa para todas as gerações.
O Projeto “Selo +Idade” propõe a criação de uma distinção anual dirigida a organizações que valorizem equipas multigeracionais, reconhecendo o contributo e a experiência das pessoas com mais de 65 anos no contexto profissional. De acordo com a docente Joana Fernandes, trata-se de um projeto inovador, com potencial de aplicação prática, que visa distinguir entidades que promovam ambientes de trabalho inclusivos, onde a experiência sénior é reconhecida como um ativo relevante para o desenvolvimento das equipas.
A docente responsável sublinha ainda que o projeto “tem toda a capacidade para ser aplicado”, podendo ser implementado inicialmente na região centro — onde se verifica um contexto demográfico particularmente relevante —, mas com potencial de expansão a outras regiões do país.
Apesar de não ter alcançado o primeiro lugar, o reconhecimento obtido reforça o mérito e a viabilidade do projeto, que se afirma como uma proposta com impacto no combate ao idadismo e na promoção de práticas organizacionais mais inclusivas.
Esta distinção evidencia, uma vez mais, o compromisso da ESEC com a formação de estudantes críticos, interventivos e atentos às problemáticas sociais contemporâneas, incentivando o desenvolvimento de soluções com impacto real na sociedade.
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