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Politécnico

Escola da Saúde de Coimbra lança linha de apoio telefónico para estudantes

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Uma linha que atende, sinaliza e encaminha e onde todos falam a mesma língua. A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC-IPC) apresentou ontem a Linha de Apoio Inter-pares (LAIp), um programa de apoio telefónico para ajudar os estudantes a lidar com problemas psicológicos ou emocionais. Do lado de lá do telefone estarão alunos voluntários, com formação e disponibilidade para ouvir, acompanhar e encaminhar os colegas para outras estruturas de apoio, quando necessário. 

O projeto é uma iniciativa do Programa Educação pelos Pares da ESTeSC-IPC e nasceu durante a pandemia COVID-19, no âmbito do Plano de Recuperação Académica e Resiliência Emocional da Escola. “Na adversidade nasceu inovação”, descreveu a coordenadora do projeto Educação pelos Pares, Ana Paula Amaral, acrescentando que os últimos dois anos foram marcados por uma intensa atividade por parte dos alunos que integram a Educação pelos Pares.

Numa fase piloto, com início a 23 de novembro, a LAIp funcionará quatro dias por semana – terça, quarta, quinta-feira e domingo, entre as 21h00 e as 23H00 –, com dois números de telefone associados: 239 802 431 e 965 912 209. Os voluntários receberam formação para ajudar os colegas em casos de dificuldades de adaptação à vida académica, questões emocionais e psico-sociais, bem como para identificar a necessidade de encaminhar os problemas para outros organismos – da Escola, do Politécnico de Coimbra ou do concelho – quando necessário.  

Nove estudantes já concluíram a formação necessária para arrancar com o projeto, mas a ideia é que o núcleo de voluntários cresça – salvaguardando sempre a anonimato dos participantes. “O anonimato, de ambos os lados, é essencial para se sentir que é possível conversar sem risco de devassa ou qualquer tipo de constrangimento”, frisou a coordenadora da LAip, Fátima Feliciano.

“Este é mais um programa inovador, que nos dá mais uma ferramenta para estarmos atentos às situações que possam surgir, para que a escola possa antecipar cenários que possam levar, por exemplo, a situações extremas de desistência do ensino superior”, frisou, por sua vez, o presidente da ESTeSC-IPC, João José Joaquim. “À Escola compete criar essas condições, estamos muito comprometidos com o sucesso desta linha”, acrescentou. 

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