Desporto

É de Coimbra a nova ‘lenda’ da natação. Diogo Ribeiro reforça estatuto com novo ouro nos 100 mariposa

Notícias de Coimbra com Lusa | 3 meses atrás em 17-02-2024

Imagem: redes sociais

O nadador português Diogo Ribeiro reforçou hoje o estatuto de ‘lenda’ da natação portuguesa, ao juntar ao título mundial dos 50 metros mariposa o dos 100 metros, numa final dos Mundiais aquáticos vencida com recorde nacional.

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Ribeiro, de 19 anos, nadou a distância em 51,17 segundos, eclipsando os 51,30 que tinha conseguido também em Doha, na sexta-feira, então nas meias-finais, batendo o austríaco Simon Bucher (51,28), segundo com 51,28, e o polaco Jakub Majerski (51,32), que ficou com o bronze.

Natural de Coimbra, Diogo Ribeiro já tinha conseguido na segunda-feira o título mundial nos 50 metros mariposa, o primeiro de sempre de Portugal em natação pura, e hoje somou a terceira medalha em Mundiais sénior, depois da prata nas 50 mariposa de 2023, em Fukuoka, conseguindo o ouro, desta feita, numa distância olímpica.

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É, aos 19 anos, o maior ‘fenómeno’ da histórias das piscinas portuguesas, ficando ‘apenas’ a faltar uma final olímpica, que só Alexandre Yokochi conseguiu, tendo já passaporte ‘carimbado’ para Paris2024, a que vai chegar como grande esperança de medalha.

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O jovem ajudou ainda Portugal a ter um inesperado destaque no medalheiro, juntando dois ‘metais’ ao bronze de Angélica André, nos 10 quilómetros em águas abertas, em si outro feito histórico, colocando o país em nono, à frente de Espanha, França, Alemanha ou Japão, entre outros.

“Foi uma corrida difícil, mas quero agradecer aos meus colegas e aos que me apoiam. Obrigado. (…) Nunca tinha chegado a uma final nos 100 mariposa, consegui, cheguei à medalha, são três em três [finais]”, disse o nadador, de 19 anos, pouco depois de sair da piscina em Doha.

Recordista mundial júnior dos 50 mariposa, soma também três ouros em Mundiais júnior, um bronze em Europeus sénior, nos 50 de Roma2022, e títulos em Jogos do Mediterrâneo e outras provas de relevo, além dos quatro recordes nacionais (50 e 100 mariposa, 50 e 100 livres).

A outra distância com representação portuguesa no dia de hoje foi os 50 bruços femininos, com a olímpica Ana Pinho Rodrigues a registar o 14.º melhor tempo, sem passar à final, ao nadar a sua meia-final em 31,09 segundos.

Antes, tinha conseguido o 16.º tempo nas eliminatórias, então com 31,25 segundos, ficando ainda distante do seu recorde nacional, fixado nos 30,73, e da última apurada para a final, cujo acesso fechou nos 30,69.

No domingo, os Mundiais aquáticos encerram e terão mais duas provas com portugueses em provas, os 4×100 estilos masculinos, com Gabriel Lopes, Francisco Quintas, Diogo Ribeiro e Miguel Nascimento, e a mesma no feminino, com Camila Rebelo, Ana Pinho Rodrigues, Mariana Cunha e Francisca Martins.

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