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Autárquicas

E 12 anos depois…

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O CDS-PP defende “o desenvolvimento harmonioso de todo o concelho” de Coimbra e “não apenas da cidade”, declarou hoje o candidato do partido à presidência da Câmara local, Luís Providência.

“Queremos uma cidade para todos, desde a Solum ao limite do concelho, defendemos o desenvolvimento harmonioso de todo o concelho e não apenas da cidade”, disse à agência Lusa o candidato, que falava, ao início da noite de hoje, à margem da sessão de apresentação dos cabeças de lista do seu partido à Câmara, Assembleias Municipal e freguesias de Coimbra.

Essa será a principal preocupação dos eleitos centristas, “a par da área social, que, nos próximos anos deve exigir uma atenção muito especial” das autarquias, particularmente “em relação aos idosos”, assegurou Luís Providência, sublinhando, designadamente, que há no município de Coimbra freguesias onde “o número de idosos residentes quase triplica” a quantidade de jovens.

Na sessão de apresentação dos candidatos aos órgãos municipais e às 16 juntas de freguesia do concelho, o candidato e vereador da Câmara de Coimbra, eleito pela coligação do seu partido com o PSD e o PPM, salientou que a sua candidatura quer, “pelo menos, eleger um vereador” e manter também na assembleia municipal a atual “representatividade do CDS-PP” (quatro membros igualmente eleitos por aquela coligação).

Luís Providência salientou ter “muito orgulho” e ser candidato pelos centristas, embora reconheça tratar-se de “uma altura muito especial”, pois o CDS-PP integra o Governo do país e, por outro lado, em Coimbra foi desfeita a coligação PSD/CDS-PP/PPM.

“Houve tentativas para que o CDS-PP não fosse a votos”, chegando a “haver assédio direto a candidatos do partido” em Coimbra, alguns dos quais “acabaram por integrar outras listas”, sublinhou à Lusa Luís Providência, reconhecendo que “isso dificultou” a constituição das candidaturas centristas, mas “também serviu como um estímulo”.

Para o mandatário do CDS-PP em Coimbra, Francisco Castro e Sousa, “esta candidatura, que alguns consideraram extemporânea e outros que seria uma desgraça”, além das adversidades locais, também se debate com o facto de pertencer a um partido que integra o Governo, que “de facto tem feito muita coisa mal” e tem infligido sacrifícios “inqualificáveis, por quantias irrisórias, aos mais desprotegidos”.

Além de Luís Providência, concorrem à Câmara de Coimbra nas eleições de 29 de setembro o atual presidente do município, João Paulo Barbosa de Melo, pela coligação ‘Por Coimbra’ (PSD/PPM/MPT), o presidente da Câmara entre 1990 e 2001, Manuel Machado, pelo PS, o vereador comunista Francisco Queirós, pela CDU, o advogado José Augusto Ferreira da Silva, pelo movimento Cidadãos Por Coimbra, Francisco Guerreiro, pelo PAN, e Rui Lourenço da Cruz, pelo PCTP/MRPP.

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