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Doenças circulatórias foram principais causas de morte registadas em 2019 em Portugal

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As doenças circulatórias foram as principais causas das 112.334 mortes verificadas em Portugal em 2019, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística, assinalando que a mais mortífera foi o acidente vascular cerebral (AVC).

Em 2019, houve 10.975 mortes causadas por AVC, o que representa 9,8% do total e uma redução de 2,3% em relação a 2018.

Mais de 28.000 mortes foram provocadas por tumores malignos e as doenças do aparelho respiratório mataram 12.243 pessoas

A idade média de morte em 2019 foi 78,6 anos, registando-se uma perda potencial de 12,7 anos de vida, em média.

Os AVC representaram em 2019 uma taxa de morte de 106,5 por cem mil habitantes e atingiram principalmente as mulheres, com uma relação de 100 mulheres para 78 homens nesta causa de morte.

Em média, as mulheres morreram mais tarde devido a esta doença, com 84 anos, enquanto a idade média de morte por AVC para os homens foi 79,9 anos. Das pessoas que morreram por AVC, 93,6% tinham 65 ou mais anos.

Nas outras doenças circulatórias, houve 4.275 mortes por enfarte agudo do miocárdio (3,8% da mortalidade total e 60% das mortes por doenças cardíacas isquémicas), o que representou menos 7,5% do que em 2018.

Das mortes por enfarte, 81,4% das pessoas tinham 65 anos ou mais.

Os dados do INE revelam ainda que em 2019 houve uma redução de 08% nas mortes provocadas por doenças respiratórias, que representaram 10,9% do total da mortalidade.

A doença respiratória mais mortífera foi a pneumonia, que matou 4.700 pessoas, menos 18,5% do que no ano anterior.

Em relação aos tumores malignos, foram responsáveis por 25,4% das mortes em 2019 e representaram um aumento de 2,2% em relação a 2018.

Os tumores da traqueia, brônquios e pulmão provocaram 4.405 mortes (3,9% do total) e tiveram um aumento de 02%

Os tumores do cólon, reto e ânus representaram 3,4% da mortalidade, contando-se 3.289 mortes, num aumento de 0,2%.

As mortes por doenças respiratórias ocorreram com mais frequência nos meses mais frios e menos nos meses mais quentes, com um pico nos meses de janeiro e fevereiro.

Nas doenças circulatórias, o pico registou-se também em janeiro, o mesmo mês em que se verificou o pico de mortes por tumores malignos.

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