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Ensino

Docentes e não docentes recusam tratamento a que estão a ser sujeitos na Escola Beira Aguieira

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Como foi recentemente anunciado, os trabalhadores (docentes, formadores e pessoal não docente) da Escola Profissional Beira Aguieira vivem situações de extrema precariedade e instabilidade, que se tem traduzido, nos últimos tempos, em atrasos salariais consecutivos.

É esta a forte razão que levará os trabalhadores da Escola Profissional Beira Aguieira a entrar em greve de 9 a 13 de Fevereiro próximo, caso os salários que lhes são devidos não sejam pagos até 31 de Janeiro.

 Esta greve é convocada em conjunto pelo Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) e pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro (STIHTRSC).

O SPRC informa que, por decisão dos trabalhadores, estes concentrar-se-ão no primeiro dia de greve (9 de Fevereiro), à porta da Escola, em Mortágua, a partir das 9:00. No local, será distribuído um texto à população pelos trabalhadores em greve.

 

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