Primeiras contas apontam para prejuízos superiores a três milhões de euros.
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Jonas Cordes e esposa saíram da Alemanha para abraçarem um novo desafio profissional: abrir um negócio de plantas ornamentais em 7,5 hectares de terreno no Baixo Mondego.
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Na zona dos Casais, às portas de Coimbra, encontraram o espaço ideal para o seu negócio. Só que, no passado dia 11 de fevereiro, este sonho virou um pesadelo. O rompimento do dique, junto à autoestrada A1, deixou passar a água para a zona onde tinham as suas estufas.
O resultado, como foi possível ver pela reportagem do Notícias de Coimbra, é um rasto de destruição acompanhado de muita areia que invadiu as estufas e levou todas as plantas que ali estavam em preparação para serem exportadas.
Clique nas imagens e veja o rasto de destruição causado pelas cheias









As contas, por alto, apontam para a existência de 25 mil metros cúbicos de areia em toda a área que é da responsabilidade de Jonas Cordes e esposa.
Já apresentaram candidatura junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro para serem ressarcidos dos prejuízos. As primeiras contas revelam que foram “pela água” três milhões de euros. “Ainda faltam as estradas, para nós podermos voltar a circular aqui com veículos, e a retirada da areia”, frisou.
Um mês depois das cheias, o empresário lamenta que até agora ainda não tenham sido contactados pelas entidades. A única exceção foi a Associação de Beneficiários da Obra de Fomento Hidroagrícola do Baixo Mondego que lhe ligou na manhã desta segunda-feira, 16 de março.
Veja o Direto NDC com Jonas Cordes
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