Universidade

Do Polo I ao Polo II sem perder tempo? A Universidade de Coimbra diz que está para breve

Notícias de Coimbra | 54 minutos atrás em 14-01-2026

A ligação entre o Polo I, o Polo II e o Polo III da Universidade de Coimbra voltou a estar no centro da conversa esta quarta-feira, 14 de janeiro, durante a cerimónia de tomada de posse do diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Mais do que um desejo antigo, trata-se agora de uma prioridade assumida.

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Edmundo Monteiro iniciou o seu segundo mandato como diretor da FCTUC numa sessão presidida pelo reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, que voltou a chamar à Faculdade o “porta-aviões da Universidade”. Um porta-aviões que, para funcionar bem, precisa de ligações rápidas, regulares e eficazes.

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A dificuldade em circular entre os polos não é nova. Mas tornou-se ainda mais visível com o início da operação do Metrobus. “É bastante inexplicável o tempo que se demora a ir do Polo I ao Polo II, e também destes dois polos ao Polo III”, admitiu o reitor.

No passado, quando o Metrobus ainda não existia, o problema colocava-se de outra forma. Hoje, com o novo sistema de transporte a arrancar, a expectativa era outra — e a necessidade de ajustes tornou-se evidente.

A boa notícia é que há um plano em andamento. Com a conclusão das obras do Metrobus, a ligação ao Polo III ficará praticamente resolvida, já que o traçado passa junto aos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde se localiza também o Polo III.

Já o Polo II, que não é diretamente servido pelo Metrobus, deverá beneficiar de uma solução complementar. Está prevista a extensão da linha do Botânico até à zona do Parque Verde, criando depois uma ligação dedicada à Universidade que sirva diretamente o Polo II.

“Ficamos com uma ligação Polo I–Polo II, com o Metrobus no meio, o que cria uma situação bastante interessante”, explicou Amílcar Falcão. Segundo o reitor, a Câmara Municipal de Coimbra tem demonstrado grande sensibilidade para o tema e empenho na concretização do projeto.

O prazo é curto — e ambicioso. “Estamos a falar de poucos meses. Seguramente antes do fim do ano letivo”, garantiu.

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