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Diretora Regional quer Festas do Bodo inscrita no inventário nacional do património cultural

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A Diretora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes defendeu a inscrição das seculares Festas do Bodo no Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial. A próproa presidiu, no passado dia 23 de julho, à sessão solene de abertura da programação “Em Dias de Bodo”, que pretendeu assinalar os dias em que, tradicionalmente, se realizavam as Festas do Bodo, mas que as restrições impostas pela pandemia não permitiram.

Suzana Menezes considerou que o Inventário Nacional do Património Cultural e Imaterial “é um sistema de inventariação que permite e pretende a participação efetiva das comunidades na valorização do património que criam, do património que mantêm e do património que desejam preservar para as gerações presentes e vindouras.”

“Ainda que as Festas do Bodo possam ter hoje em dia novas configurações, há por certo dois rituais que tornam esta festa única e especial no nosso país: o Bodo Antigo e a Procissão em Honra da Senhora do Cardal, que na sua génese apelam precisamente ao sentido da dádiva e da partilha”, disse, vincando que “certamente queremos manter profundamente na nossa comunidade”.

Suzana Menezes enalteceu que “a cultura, sobretudo o nosso património cultural e imaterial é um elemento indispensável e dissociável do crescimento pessoal e coletivo porque, por intermédio dele, conseguimos articular as três dimensões chave do ser humano: a razão, a imaginação e a emoção.”

Ainda na sua opinião, o património cultural e imaterial “aproxima-nos, cria laços, cimenta relações e gerações diferentes, promove o conhecimento, fortalece a autoestima e autonomia individual, estimula e aprofunda o respeito por nós e o respeito pelos outros, criam, assim, condições perfeitas para um exercício pleno da nossa cidadania”.

Antes, o Presidente da Câmara Municipal de Pombal, Diogo Mateus, destacou um universo de iniciativas que “catapulta, fomenta e potencia o desenvolvimento turístico associado ao concelho de Pombal, na vertente cultural.”

Para além de ter sublinhado os projetos em rede, em que o Município participa, o autarca referiu-se à importância que é dada à “cultura mais próxima”, envolvendo ranchos folclóricos, filarmónicas, artistas locais e grupos de música popular”, entre outros. “Manifestações que podem ser mais simples, mais antigas, mas que são amadas por todos porque são mais nossas, porque são feitas pela nossa gente, com a nossa cultura e que muitos, durante anos, mantêm vivas e querem transmitir aos outros”, disse.

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