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Diogo Amaral e Joana de Verona vivem amor de Pedro e Inês

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Os atores Diogo Amaral  e Joana de Verona vão protagonizar o filme “Pedro e Inês”, que o realizador António Ferreira se prepara para filmar a partir de 20 de junho, foi hoje anunciado.

pedro e inês

“Pedro e Inês” será a terceira longa-metragem de António Ferreira, inspirada na lenda de D. Pedro e D. Inês e no romance “A Trança de Inês”, de Rosa Lobato de Faria.

A rodagem desta coprodução entre Portugal, França e Brasil começa a 20 de junho em locais como a Sé Velha e a Quinta das Lágrimas, em Coimbra, mas também no castelo de Montemor-o-Velho, em Cantanhede e Lousã.

Além de Diogo Amaral no papel de Pedro e Joana de Verona no de Inês, o filme contará ainda com a participação de Vera Kolodzig, Custódia Gallego, João Lagarto, Cristovão Campos e Miguel Borges.

O filme é todo narrado “do ponto de vista de um homem internado num hospital”, que, sob o efeito de drogas, “tem visões”, recordando três vidas diferentes, como explicou António Ferreira à agência Lusa em janeiro, quando estava ainda em pré-produção.

A voz e o olhar desse Pedro internado num hospital psiquiátrico acompanham todo o filme, que não terá uma abordagem “naturalista ou realista”, mas sim uma perspetiva “algo distante da realidade”.

A narrativa do filme passa-se em três momentos temporais distintos – na época medieval, no presente e no futuro – e em todos eles surgem as personagens Pedro e Inês, interpretadas sempre pelos mesmos atores.

O argumento, cuja primeira versão ainda foi lida pela escritora Rosa Lobato de Faria, que morreu em 2010, foi construído para que “um público estrangeiro, que não conheça a história do Pedro e da Inês, consiga acompanhar a história”, aclarou o realizador.

“É o Romeu e Julieta português”, sintetizou, sublinhando a dimensão universal e atemporal daquela que é “uma tragédia sobre o amor” e um mito “cheio de acontecimentos espetaculares que qualquer cineasta adoraria”.

“Embargo”, sobre um conto de José Saramago, e “Esquece Tudo o que te Disse” são as duas longas-metragens de ficção anteriores de António Ferreira, autor também da curta-metragem “Respirar – Debaixo D’Água”.

Entre os projetos de António Ferreira contam-se ainda o documentário “Humanos – A Vida em Variações” e “Posfácio nas Confecções Canhão” e a encenação de “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, de Reiner Werner de Fassbinder, para o Teatro Nacional D. Maria II.

 

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