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Portugal

Desempregados, doentes crónicos e dependentes das redes sociais são os que mais resistem à vacina

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Estudo revela que na União Europeia os portugueses são dos que mais aceitam a vacina contra a covid-19.

De acordo com a SIC Notícias, numa altura em que vários países europeus discutem e decidem sobre a possibilidade de tornar obrigatória a vacinação contra a covid-19, pelo menos para alguns grupos, a Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e do Trabalho divulga o perfil da população que habitualmente mais resiste à toma da vacina.

Entre fevereiro e março entrevistou cerca de 46.000 pessoas e concluiu que mais de um quarto dos europeus está hesitante. Desempregados, doentes crónicos, pessoas com menos escolaridade e dependentes das redes sociais são os que mais resistem à toma da vacina contra a covid-19.

O estudo identificou dois fatores que parecem ter grande impacto na decisão. Um deles é a confinaça no Governo. A resistência é maior em países que registam baixos níveis de confiança em quem governa. O outro fator é o uso das redes sociais. As pessoas que as utilizam intensamente são ligeiramente mais hesitantes do que os outros.

No entanto, uma das conclusões claras do estudo é que quem teve algum contacto direto com a doença hesita menos na toma da vacina.

Portugal é dos países da União Europeia que mais aceitam a vacinação. 83% dos portugueses entrevistados disseram que já tinham sido ou que pretendiam ser vacinados. O cenário é semelhante na Irlanda, Espanha, Suécia e Finlândia. mas menos animador em países como a França, a Letónia, a Croácia e a Bulgária.

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