Anualmente, a 2 de fevereiro, celebra-se o Dia Mundial das Zonas Húmidas. Este ano o tema é “Zonas Húmidas e conhecimento tradicional: celebrar a herança cultural”.
Com o objetivo celebrar a importância das Zonas Húmidas – ecossistemas únicos, fundamentais para o equilíbrio ambiental, o Município da Figueira da Foz e a Sociedade Portuguesa de Botânica associaram-se para dinamizar, domingo, dia 1 de fevereiro, na Núcleo Museológico do Sal (NMS) e na Salina Municipal do Corredor da Cobra, um evento gratuito, dirigido a famílias e à comunidade em geral, sujeito a inscrição (nucleo.sal@cm-figfoz.pt | 966344488), .
As salinas da Figueira da Foz, paisagens de sal marcadas pela mão do homem, território de enorme valor cultural, social e económico, desempenha também um importante papel na conservação da paisagem e da biodiversidade do Estuário do Mondego, abrigando espécies e habitats que poderão estar ameaçadas pelo declínio das salinas tradicionais.
O evento realiza-se em torno da Exposição «Papel (do) Salgado», patente NMS e que é composta por uma coleção iconográfica de elementos representativos da biodiversidade característica da área do salgado da Figueira da Foz.
O mesmo tem início pelas 10h00, com a com receção dos participantes seguida de uma visita guiada à exposição. Pelas 10h40, Carlos Batista, técnico municipal, realiza uma prática artística ao vivo, tendo como objetivo demonstrar aos participantes a técnica do papel salgado. Segue-se, pelas 11h30, a observação, da Salina Municipal Corredor da Cobra, de algumas espécies que fazem parte da exposição.
Da parte da tarde, pelas 14h30, está prevista uma visita à Ilha da Morraceira, onde o Ecólogo Jael Palhas, irá guiar o olhar dos participantes na busca de algumas espécies de plantas características destes locais.