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Descubra as diferenças

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José Eduardo Simões continua a falar  de Mário Figueiredo como se estivesse a falar dele próprio.  Grande auto-retrato! A primeira notícia é manipulada por nós, é falsa. A segunda é a que saiu na Lusa, é verdadeira. Ou será o contrário? Trocamos  LPFP por AAC e Presidente da Liga por Presidente da Académica e Carlos Deus Pereira por Fernando José Oliveira. Veja como tudo se encaixa. É mesmo muito complicado descobrir as diferenças…

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ASSADO?

O presidente da Académica, José Eduardo Simões, comparou hoje a situação da Associação Académica de Coimbra à da Ucrânia, que tem “um presidente que quer, pode e manda” e “está agarrado ao poder por artimanhas e ilegalidades”.

“Vamos apreciar o orçamento para a época 2013/14, que nem nos foi entregue. Estes senhores, que deviam fazer reuniões trimestrais, fazem esta sem enviar documentos aos presidentes, que tratam como se fossem meros empregados”, afirmou José Eduardo Simões.

Para o líder do emblema de Coimbra, José Eduardo Simões “é pessoa agarrada ao poder, que tem um amigalhaço [presidente da Mesa da Assembleia Geral], numa situação que diria parecida com a Ucrânia, com o presidente da Liga numa posição de quero, posso e mando”.

“Se pudesse, tinha aqui a polícia para nos impedir de entrar”, acrescentou.

A referência de José Eduardo Simões a Fernando José Oliveira, presidente da AG da AAC, entroncou no facto de este ter recusado, pela terceira vez, a realização de uma reunião magna extraordinária para destituir José Eduardo Simões.

O que, para o porta-voz do G18, é uma decisão baseada num conjunto de “artimanhas e ilegalidades para impedir os sócios de fazer a Assembleia Geral, tendo em conta que não houve uma única em toda esta época”.

Para José Eduardo Simões, “é o mesmo que o Governo fechar a Assembleia da República e dizer que só se discute em 2015 [final do mandato governativo]”.

O líder da Académica disse ainda pretender que Assembleia Geral da AAC se debruce sobre “este estado da situação e discuta a saída rápida deste senhor pelas suas próprias pernas”.

“A situação na Académica está muito pior. Do que sabemos, por via de terceiros, sobre o orçamento, é que as receitas são inferiores às despesas em mais de dois milhões de euros, o que nunca aconteceu em todo o seu historial”, anunciou José Eduardo Simões, a propósito de um dos pontos da reunião.

OU ASSIM?

 O presidente da Académica, José Eduardo Simões, comparou hoje a situação da Liga Portuguesa de Futebol Profissional à da Ucrânia, que tem “um presidente que quer, pode e manda” e “está agarrado ao poder por artimanhas e ilegalidades”.

“Vamos apreciar o orçamento para a época 2013/14, que nem nos foi entregue. Estes senhores, que deviam fazer reuniões trimestrais, fazem esta sem enviar documentos aos presidentes, que tratam como se fossem meros empregados”, afirmou José Eduardo Simões.

Para o líder do emblema de Coimbra, Mário Figueiredo “é pessoa agarrada ao poder, que tem um amigalhaço [presidente da Mesa da Assembleia Geral], numa situação que diria parecida com a Ucrânia, com o presidente da Liga numa posição de quero, posso e mando”.

“Se pudesse, tinha aqui a polícia para nos impedir de entrar”, acrescentou.

A referência de José Eduardo Simões a Carlos Deus Pereira, presidente da AG da Liga, entroncou no facto de este ter recusado, pela terceira vez, a realização de uma reunião magna extraordinária para destituir Mário Figueiredo.

O que, para o porta-voz do G18, é uma decisão baseada num conjunto de “artimanhas e ilegalidades para impedir os clubes de fazer a Assembleia Geral, tendo em conta que não houve uma única em toda esta época”.

Para José Eduardo Simões, “é o mesmo que o Governo fechar a Assembleia da República e dizer que só se discute em 2015 [final do mandato governativo]”.

O líder da Académica disse ainda pretender que o Conselho de Presidentes se debruce sobre “este estado da situação e discuta a saída rápida deste senhor pelas suas próprias pernas”.

“A situação na Liga está muito pior. Do que sabemos, por via de terceiros, sobre o orçamento, é que as receitas são inferiores às despesas em mais de dois milhões de euros, o que nunca aconteceu em todo o seu historial”, anunciou José Eduardo Simões, a propósito de um dos pontos da reunião.

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