Coimbra

Deputados questionam Governo sobre Oftalmologia no hospital de Seia

Notícias de Coimbra | 5 anos atrás em 10-01-2019

 

Os deputados do CDS-PP João Rebelo e Ana Rita Bessa questionaram o Governo sobre os tempos de espera para consultas de Oftalmologia no Hospital Nossa Senhora da Assunção, em Seia, no distrito da Guarda, foi hoje anunciado.

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Numa pergunta enviada à ministra da Saúde, através da Assembleia da República, os dois deputados questionam se Marta Temido confirma “que o tempo de espera da consulta de Oftalmologia no Hospital Nossa Senhora da Assunção, em Seia, é de 1.417 dias”.

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Segundo João Rebelo e Ana Rita Bessa, uma notícia veiculada pela comunicação social indica que “há listas de espera para consultas que ultrapassam os mil dias”.

Acrescentam que é o caso da consulta de Oftalmologia no Hospital Nossa Senhora da Assunção, que pertence à Unidade Local de Saúde da Guarda, “cujo tempo de espera é de 1.417 dias”.

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O CDS-PP considera que os tempos de espera, “muito acima dos previstos por lei, representam extrema gravidade e são fonte de preocupação, uma vez que existem problemas de saúde que exigem um diagnóstico atempado, por forma a não colocar em perigo a vida de ninguém, seja criança ou adulto”.

Para o partido, “face às notícias agora veiculadas, é absolutamente necessário obter esclarecimentos urgentes” por parte da titular da pasta da Saúde.

Na pergunta, os dois deputados do CDS-PP querem saber o que justifica o tempo de espera “muito acima do previsto na lei” e se naquela unidade de saúde “há mais especialidades na mesma situação”.

João Rebelo e Ana Rita Bessa perguntam ainda a Marta Temido se está “em condições de garantir que está a ser assegurado o acesso à saúde por parte da população servida pelo Hospital Nossa Senhora da Assunção” e se “está a ser assegurada a qualidade da prestação de cuidados de saúde à população”.

O CDS-PP também questiona sobre “que medidas estão a ser tomadas para resolver esta situação com a urgência que ela merece, de forma a não colocar em causa a saúde e a vida dos utentes”.

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