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Coimbra

Crime de Montes Claros: Filho da vitima diz que mãe era desconfiada e não abria a porta a estranhos

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NDC em directo do Palácio da Justiça de Coimbra:

14:23 – Vamos ouvir o depoimento do filho da vitima, assistente no processo, onde é representado pelo escritório do advogado Castanheira Neves.

Carlos de Almeida começa por afirmar que a mãe se dava bem com os netos directos, dando a entender que o mesmo não aconteceria com os que  o eram por afinidade, grupo onde se insere a arguida, esposa do neto de Filomena Gonçalves.

Questionado pelo Juiz-Presidente João Ferreira, o filho diz que a mãe era reservada e desconfiada. Apenas abria a porta depois de ver quem estava a tocar à campainha. Dava-se com 2 ou 3 amigas, com quem fazia caminhadas, com alguns familiares e pouco mais, acrescenta.

A mulher assassinada com 14 tiros teria no banco mais de 180 000 Euros. Segundo o filho, a mãe nunca se oferecia para dar dinheiro a terceiros, fossem eles filhos ou netos, mas não recusava emprestar sempre que era solicitada por este filho ou sua irmã.

Segundo Carlos, se o pedido não fosse para algo fútil, a vendedora no Mercado D. Pedro V aceitava fazer uma espécie de empréstimo, que posteriormente seria descontado na herança dos filhos.

Carlos de Almeida garante que a mãe não teria o mesmo tipo de procedimento com os netos ou outros familiares, pois o dinheiro custou-lhe muito a ganhar. Desconhece se ela alguma vez emprestou dinheiro a Ana Saltão ou ao marido.

“Sôtor fica bem claro que a minha mãe só abria a porta a quem conhecia”, declara Carlos de Almeida, afastando o cenário  que o que aconteceu tenha sido obra de estranhos, recordando que não havia vidros partidos ou portas arrombadas.

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