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Cozinha Económica de Coimbra alerta para dificuldade em manter número de refeições

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A Associação Cozinhas Económicas Rainha Santa Isabel, que serve mais de 500 refeições por dia, a preços simbólicos, alerta para a dificuldade em manter o número de refeições servidas, tentando cativar novos associados.

“Corremos o risco ou de reduzir o número de pessoas que não paga a sua refeição, ou considerar que todos têm de pagar alguma coisa”, explicou à agência Lusa Arminda Lemos, presidente da associação de Coimbra.

A situação das Cozinhas Económicas é “muito complicada e difícil”, afirmou Arminda Lemos, contando que o apoio que a associação recebe da Segurança Social “não é atualizado” e que o número de refeições servidas tem aumentado “ao longo dos últimos três anos”.

A refeição, que inclui sopa, pão e prato principal, custa um euro e 40 cêntimos. Contudo, segundo a presidente da associação, “mais de metade das pessoas” que surgem nas Cozinhas Económicas “não paga”.

“Somos capazes de fornecer 400 ou mais refeições sem receber o valor e assim está a tornar-se um pouco insustentável”, alertou Arminda Lemos.

A presidente da associação defendeu que é necessário “que mais gente se junte à causa”, tornando-se associados.

As Cozinhas Económicas “vão-se mantendo” devido à ajuda de particulares com quintas, pastelarias e empresas que entregam excedentes, assim como do Banco Alimentar, referiu Arminda Lemos.

Desde o dia 20 de novembro está a decorrer a venda de natal da associação, procurando recolher fundos, através “da venda dos mais variados produtos” doados às Cozinhas Económicas por “associados e amigos”.

A venda de natal realiza-se perto da Igreja São Bartolomeu, estando previsto terminar “em meados de dezembro”, não tendo ainda uma data final definitiva.

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