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Covid-19: Lay-off simplificado já abrange mais de 930 mil trabalhadores

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O número de trabalhadores abrangidos pela medida de lay-off simplificado, lançada pelo Governo para responder à pandemia de covid-19, abrange atualmente já mais de 930 mil trabalhadores, segundo dados hoje divulgados.

O número foi avançado pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que está hoje a ser ouvida no parlamento, na sequência de um requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do PSD sobre as respostas sociais do Governo no âmbito da pandemia da doença covid-19.

“Neste momento é que o ‘lay-off’ simplificado já atingiu os 931 mil trabalhadores que viram os seus postos de trabalho mantidos. É conseguido, de alguma forma, que o ‘lay-off’ simplificado esteja a servir como almofada para manter os postos de trabalho durante esta fase que atravessamos”, disse.

A governante afirmou ainda que cerca de 145 mil trabalhadores independentes já acederam ao apoio extraordinário criado também no âmbito das medidas de resposta à propagação do novo coronavírus.

Segundo Ana Mendes Godinho, houve um aumento das pessoas inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e dos pedidos de subsídio de desemprego, havendo atualmente 353 mil pessoas inscritas como desempregadas, contra 321 mil em março.

Este número, refere, “mostra que o mecanismo de ‘lay-off’ simplificado está a conseguir absorver uma grande parte da manutenção dos postos de trabalho” e a servir de “amortecedor”.

A ministra disse ainda que cerca de 171 mil pais já tiveram acesso ao apoio criado para os trabalhadores que, no final de março, tiveram que faltar ao trabalho para cuidar dos filhos (até aos 12 anos), cujas escolas foram encerradas, no final do segundo período letivo.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já provocou mais de 124 mil mortos e infetou quase dois milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O número total de infetados na China desde o início da pandemia é de 82.249, dos quais 3.341 morreram e, até ao momento, 77.738 pessoas tiveram alta.

O continente europeu, com mais de 996 mil infetados e mais de 84 mil mortos, é o que regista o maior número de casos, e a Itália é o segundo país do mundo com mais vítimas mortais, contando 21.067 óbitos e mais de 162 mil casos confirmados.

Em Espanha, as autoridades sanitárias apontam 18.056 mortos e mais de 172 mil casos de infeção.

Em Portugal, segundo o balanço feito terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, registam-se 567 mortos, mais 32 do que na terça-feira (+6,%), e 17.448 casos de infeção confirmados, o que representa um aumento de 514 (+3%).

Dos infetados, 1.227 estão internados, 218 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 347 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril.

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