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Covid-19: Cantanhede admite apoiar empresas com quebras de faturação acima de 25%

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A presidente da Câmara de Cantanhede, Helena Teodósio, admitiu hoje estender os apoios da autarquia às empresas locais que sofreram quebras de faturação de pelo menos 25% devido à pandemia.

Numa reunião com a presidente da Associação Empresarial de Cantanhede (AEC), Cristina Antunes, a autarca do PSD “manifestou abertura para analisar a dotação do fundo” criado pela Câmara Municipal com esse objetivo.

Em comunicado, a autarquia refere que uma das questões abordadas no encontro foi o Fundo Municipal de Emergência de Apoio Empresarial, que visa “mitigar o impacto da pandemia da covid-19 na atividade dos agentes económicos” do concelho, no distrito de Coimbra.

A líder da AEC defendeu que “devia ser alterada a condicionante de só poderem recorrer as empresas que sofreram uma quebra de faturação igual ou superior a 33,3% relativamente ao período homólogo de 2019, alargando esse apoio às que baixaram em 25% ou mais o seu volume de negócios, pois para algumas, sobretudo para as mais pequenas, isso representa já uma enorme dificuldade”.

Segundo a nota, Helena Teodósio disse que iria “equacionar a possibilidade de outras empresas poderem beneficiar do apoio, bem como da redução das despesas com o consumo de água, a descarga de águas residuais e a produção de resíduos urbanos”.

A presidente da Câmara Municipal recordou a Cristina Antunes que, “quando se tratou de definir critérios de admissão de candidaturas, a opção foi considerar a percentagem de quebra de faturação que o Governo estabeleceu para comparticipar os custos com o ‘lay-off’ provocado pela pandemia”.

Por outro lado, Helena Teodósio comunicou à empresária que a autarquia “está empenhada em atender o mais rapidamente possível o pedido da AEC para que seja criado em Cantanhede um parque de estacionamento de veículos pesados com algum equipamento de apoio aos condutores, de modo a melhorar as condições para a realização das operações logísticas e de transporte de mercadorias que envolvam empresas do concelho”.

Para tal, o executivo camarário “já indicou um terreno” nas imediações da Zona Industrial de Cantanhede.

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