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Coreógrafos de referência no Mês da Dança no TAGV

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Desde a temporada 2011-12, o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) vem conferindo um amplo espaço à à dança contemporânea portuguesa e internacional.

Para além do dia mundial da dança, assinalado todos os anos, a programação regular de dança incluiu, nestas últimas três temporadas, coreógrafos como Rui Horta, Cláudia Dias, Wim Vandekeybus, Constanza Macras, Filipa Francisco, Francisco Camacho, Olga Roriz (com a CNB), Leonor Barata, Clara Andermatt (com a Companhia Maior), entre outros.

O Ciclo Mês da Dança condensa, no espaço de um mês, a apresentação de espetáculos de referência nacional, com assinaturas artísticas distintas, permitindo ao público de Coimbra contacto com a criatividade da dança contemporânea portuguesa.

As edições anteriores do Mês da Dança, acolheram as obras Europa Naquele Lugarde Miguel Moreira e Romeu Runa, Alibantes de Romulus Neagu, e Um Gesto que Não Passa de uma Ameaça da dupla Sofia Dias e Vítor Roriz, e ainda Landing de Né Barros,  Hoje de Tiago Guedes ou ainda Eternuridades de Amélia Bentes.

Constituindo-se já como uma marca na cidade, a terceira edição, desta vez no mês de Abril, traz ao TAGV coreógrafos de referência, com os últimos trabalhos de Rui Horta, Hierarquia das Nuvens, um regresso do coreógrafo à “dança pura”; Miguel Moreira com o seu novo projeto Pântano, que reúne intérpretes de excelência numa proposta onde convivem corpos monstruosos e santificados; e ainda a última criação de Paulo Ribeiro Sem um tu, não pode haver um eu, um solo interpretado pelo próprio e inspirado no universo do cineasta Ingmar Bergman, num gesto autobiográfico, espetáculo que assinala igualmente o dia Mundial da Dança.

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