Na Mostra de Doçaria Conventual e Contemporânea, que decorre no Convento de São Francisco, o restaurante Cordel voltou a marcar presença, mostrando porque é uma referência na tradição doceira da cidade.
PUBLICIDADE
“Fazemos questão de estar sempre presentes, porque realmente isto é um evento âncora para a cidade de Coimbra”, afirmou Paulo Queiroz, do Cordel.
PUBLICIDADE
As expectativas para o fim de semana são altas: “Isto não importa só as vendas, é também a dinamização e valorização dos produtos, além da oportunidade de convívio com colegas do país inteiro”, explicou Paulo, acrescentando: “Acho que tem tudo para ser um evento fantástico.”
Entre as estrelas da banca destacam-se doces icónicos como o Pudim das Clarissas, vendido inteiro, à fatia ou em fresquinhos unidos, e as bolachas de cerveja de Coimbra, cujo fermento é feito com cerveja: “É uma bolacha bastante boa, que as pessoas gostam bastante. Acompanhada com uma boa cerveja, faz um pairing fantástico”, detalhou Paulo.
O manjar branco, considerado o doce conventual mais antigo de Coimbra, também brilhou na mostra. “É um doce fortificado, feito com peito de frango cozido. Apesar de poder parecer estranho, não se nota o sabor do frango. É um doce com história e sensualidade, representando a cidade de Coimbra. Deve ser comido apertando o pulgar e o indicador, puxando levemente, como se estivesse a tirar algo”, explicou Paulo, provocando risos e curiosidade entre os visitantes.
Além destes, a banca do Cordel oferece outros doces tradicionais como pastéis Santa Clara, papos de anjo, broinhas de gema, bolo dos cornos e suspiros, garantindo uma experiência para todos os gostos.
Sobre as preferências pessoais, Paulo confidenciou: “Gosto de todos, mas o manjar branco é especial. Faço 2 ou 3 seguidos quando o preparamos algumas vezes por ano, porque gosto mesmo.”
PUBLICIDADE