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Conjunto escultórico de Rui Chafes reparado e reinstalado no Jardim da Sereia

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 O conjunto escultórico de sete peças de Rui Chafes já foi reinstalado no Jardim da Sereia, depois de um longo processo de reparação e restauro necessário devido aos danos provocados pelas tempestades que atingiram com particular violência a região Centro, entre o final de 2019 e o início de 2020. A aquisição destes serviços ao escultor Rui Chafes representou um investimento de 62.067,24 euros (IVA incluído) da Câmara Municipal (CM) de Coimbra. O presidente da CM de Coimbra, José Manuel Silva, esteve com o escultor no Jardim da Sereia, durante os trabalhos finais de reparação.

A CM Coimbra contratou a reparação e reinstalação no Jardim da Sereia do conjunto escultórico de sete peças de Rui Chafes, danificadas pelas tempestades que assolaram o país no final do ano de 2019 e início de 2020, que atingiram a região Centro com particular violência, e ainda por alguns atos de vandalismo.

Durante a fase final dos trabalhos de reparação, José Manuel Silva esteve com Rui Chafes para se inteirar desta operação. Segundo o autarca, face aos sucessivos investimentos feitos pela autarquia, é “necessário equacionar a possibilidade de encerrar o Jardim da Sereia de forma a evitar futuros atos de vandalismo neste espaço da cidade”.

No Jardim da Sereia, a queda de árvores de grande porte provocou danos avultados, atingindo as esculturas, tendo uma ficado partida ao meio e as restantes danificadas. Por razões de segurança, as peças foram retiradas do local e a autarquia deu início ao processo de contratação para que Rui Chafes reparasse e reinstalasse as esculturas, tendo incluído o redesenho do projeto de instalação inicial, a reconstrução de uma das peças (O Mundo fica em Silêncio I), a reparação das restantes e a reinstalação em novos locais das peças Ter Medo do Medo e A Linguagem dos Pássaros I, II e III. O investimento municipal foi de 62.067,24 euros (IVA incluído).

Recorde-se que este importante conjunto escultórico foi concebido especificamente para este local obedecendo a uma lógica de simbiose com o espaço de implantação (antigo parque do mosteiro de Santa Cruz), que tem uma importância histórica única na cidade. O conjunto escultórico de Rui Chafes, constituído por sete peças de ferro, O Mundo fica em Silêncio I e II (anéis no chão), Fechar os Olhos Dentro dos Olhos (escultura oval no riacho), Ter Medo do Medo (escultura colocada inicialmente no acesso principal), e A Linguagem dos Pássaros I, II e III (peças suspensas em árvores) foi concebido e construído, em 2004, especificamente para uma exposição (Ao Espelho da Sereia) para o Jardim da Sereia, no âmbito de um contrato programa estabelecido entre a CM Coimbra e a Associação para o Desenvolvimento do Turismo na Região Centro. Promovida pela Encontros de Fotografia – Associação Cultural e Recreativa com o apoio da Câmara, as peças foram doadas formalmente ao Município de Coimbra em fevereiro de 2016, passando a integrar, desde essa data, o inventário municipal.

Logo nesse ano, em outubro, a autarquia viu-se obrigada a efetuar profundos trabalhos de reparação, limpeza e pintura das referidas esculturas devido a atos de vandalismo de que foram alvo. Esta intervenção, acompanhada diretamente pelo artista e entregue à empresa Sucessabstrato, Lda. – Serralharia Civil (escolhida por indicação do próprio Rui Chafes) custou ao erário público cerca de 6900 euros.

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